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+Sindicato dos ACS/ACE provoca reunião de emergência em capital do Nordeste

Uma reunião emergencial. — Foto: Reprodução SINDAS.  

Sindicato dos ACS/ACE provoca reunião de emergência  em capital do Nordeste  Por Cosmo Mariz. 

"Ontem, (sexta-feira, 20) ao tomar conhecimento da suspensão do transporte público de Natal, por 15 dias, imediatamente entrei em contado com a Chefe da Vigilância Sanitária de Natal e Secretário de Saúde, pedindo que convencesse o Prefeito a fazer uma reunião emergencial hoje (21). Ontem no final da noite a reunião foi anunciada e fomos avisados, comentou o presidente do SINDAS, Cosmo Mariz. 

No sábado, com a missão nobre de representar os ACE e ACS, e de levar uma mensagem pelos demais servidores, já que de Sindicato da categoria só estava SINDAS e Sindicato dos Rodoviários.

Uma reunião de fato emergencial, que contou com a presença de todos os diretores dos hospitais de Natal, representante da Unimed, Fecomércio-RN, STTU, Seturn, 2 vereadores, empresários da rede supermercados, médicos e etc.

Em meio a discussão do transporte, o Prefeito fez pedido de doações para ajudar a equipar o hospital de campanha que será aberto em Natal. Atitude digna de elogios, porque na sua justificativa foi dito que a Prefeitura é obrigada a seguir a legislação e sem doações o hospital não sairá. A intenção do Prefeito, diga-se de passagem responsável, é de se prevenir para o pior.

Diante do apelo do Prefeito as doações já começaram. Milhares de litros de álcool em gel foram doados pelo empresário Marcelo Alecrim; anunciou-se doação de respiradores; manutenção de respiradores quebrados por que o Governo do Estado não pagou a quem conserta; o hospital memorial vai doar todas as camas reformadas para o hospital de campanha; um dos empresários de transporte disponibilizou carro para os funcionários que estão equipando o hospital de campanha, dentre outras doações indispensáveis.

Na minha avaliação uma reunião muito importante e que deu frutos, principalmente porque se decidiu voltar atrás na suspensão do transporte público, manter a frota reduzida e adequando-a de acordo com a demanda, onde se priorizará o transporte de servidores dos serviços essenciais como os da saúde.

Por fim, quero dizer que fico muito triste, em perceber numa reunião dessa, que diante do problema, ainda tem gente deixando o interesse econômico falar mais alto. Fui a 10ª pessoa a falar e diante de tudo que ouvi e percebi, não poderia deixar de dizer o que disse.


Fonte: Cosmo Mariz - SINDAS Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil, Publicado em 23/03/2020.


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