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Por que os sinais de infarto são diferentes em mulheres? Entenda.

            Infarto entre as principais causas de morte no Brasil.  —  Foto: Reprodução/iiS
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Por que os sinais de infarto são diferentes em mulheres? Entenda.
Publicado no Conexão Notícia  em 23.fevereiro.2026.

Canal no WhatsApp Diferenças biológicas e comportamentais influenciam sintomas, diagnóstico e risco de morte.
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O infarto agudo do miocárdio está entre as principais causas de morte no país. Dados do Cardiômetro, indicador criado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, apontam cerca de 400 mil mortes anuais por doenças cardiovasculares no Brasil, sendo aproximadamente 100 mil decorrentes de infarto, o que reforça a gravidade do problema de saúde pública.

Crescimento da doença entre jovens e mulheres

Informações do Sistema Único de Saúde mostram que, nos últimos 15 anos, o número de jovens acometidos por infarto mais que dobrou. 

Entre as mulheres, o cenário é ainda mais preocupante, pois o risco de morte após um infarto é cerca de 50% maior quando comparado ao dos homens.
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Subestimação dos sintomas femininos

Segundo o cardiologista intervencionista Silvio Gioppato, muitas mulheres tendem a subestimar os sinais do infarto. 

Com frequência, os sintomas são associados ao cansaço, ao estresse ou à rotina intensa, o que pode atrasar a busca por atendimento médico e agravar o quadro clínico.

O que é o infarto do miocárdio

O infarto ocorre, geralmente, quando o fluxo sanguíneo para o coração é interrompido. Isso costuma acontecer devido à formação de um coágulo associado ao acúmulo de placas de gordura nas artérias coronárias, impedindo que o sangue chegue adequadamente ao músculo cardíaco.
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Outras causas menos comuns do infarto

Além da obstrução por placas de gordura, o infarto também pode ser provocado por espasmos das artérias coronárias, muitas vezes relacionados ao estresse intenso ou ao uso de drogas. 

Em situações mais raras, o problema pode estar ligado à embolia coronária ou à dissecção espontânea da artéria coronária.

Sinais mais frequentes da doença

Entre os sintomas mais comuns estão mal-estar inespecífico, cansaço sem causa aparente, náuseas, vômitos, suor frio repentino e dor no peito que pode irradiar para braços, ombros e cotovelos. Também podem ocorrer dormência, formigamento e batimentos cardíacos acelerados ou irregulares.
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Diferenças na percepção dos sintomas

De acordo com Gioppato, fatores biológicos e socioculturais influenciam a forma como as mulheres percebem os sinais do infarto. “Muitas têm maior resistência à dor e interpretam o quadro como um desconforto passageiro”, explica o médico, destacando que isso contribui para o atraso no diagnóstico.

Responsabilidades e atraso no socorro

Outro ponto destacado pelo especialista é o papel social frequentemente assumido pelas mulheres na organização familiar. 

“Elas acabam adiando a busca por ajuda médica para cuidar de outras pessoas”, afirma Gioppato, o que pode aumentar o risco de complicações graves.

Menopausa e fatores de risco

A menopausa é considerada um fator relevante de risco cardiovascular. Após esse período, a redução da proteção hormonal acelera o avanço da aterosclerose e, em cerca de dez anos, o risco de infarto se equipara ao dos homens. Tabagismo, hipertensão, diabetes, colesterol elevado, obesidade e estresse também aumentam o risco.
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Prevenção e importância do atendimento rápido

Para prevenir o infarto, especialistas recomendam mudanças no estilo de vida, como prática regular de atividade física, alimentação equilibrada, sono adequado, controle do peso e abandono do tabagismo

O tempo é decisivo no tratamento: quanto mais rápido o atendimento médico, menores são as chances de sequelas permanentes ou morte, tornando essencial buscar ajuda imediata ao surgirem os sintomas. 


Fonte: Conexão Notícia com informações de Catraca Livre.i

Divulgação do CN - Conexão Notícia.
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