Curiosidades: Coisas do dia a dia que vão desaparecer em breve e você não percebeu.
Curiosidades: Coisas do dia a dia que vão desaparecer em breve e você não percebeu.
Canal no WhatsApp | Tecnologias, hábitos e objetos comuns estão sumindo aos poucos, mudando a forma como vivemos sem que a maioria das pessoas note.
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O ritmo das mudanças nunca foi tão rápido. Em poucas décadas, hábitos considerados normais viraram lembrança, e objetos essenciais perderam espaço quase sem despedida.
Cada geração vive uma realidade tão diferente da anterior que, muitas vezes, parece falar outra língua. O que hoje parece sólido e indispensável pode simplesmente deixar de existir amanhã.
Controles, recibos e o fim do papel
O controle remoto, antes onipresente, começa a virar peça dispensável com comandos de voz e aplicativos no celular. Os recibos de papel seguem o mesmo caminho, substituídos por versões digitais enviadas por e-mail. A praticidade vence o hábito, e o papel vai ficando cada vez mais raro no cotidiano.
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Cartões, dinheiro e carteiras em extinção
Cartões de crédito e débito de plástico estão perdendo espaço para pagamentos digitais por celular e relógios inteligentes.
Com isso, o dinheiro vivo também entra em declínio, visto como pouco prático e até anti-higiênico. Sem notas e cartões, as carteiras tradicionais passam a fazer menos sentido.
Shoppings e caixas como conhecemos
Os shoppings, no formato clássico de lojas e praça de alimentação, enfrentam esvaziamento com o avanço das compras online.
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Para sobreviver, muitos terão de virar espaços de convivência, serviços e lazer. Ao mesmo tempo, caixas de pagamento e atendentes são substituídos por sistemas automáticos, como o self-checkout e lojas sem filas.
O trabalho que muda de lugar
Funcionários de fast-food já sentem o impacto da automação, com totens de autoatendimento e cozinhas cada vez mais robotizadas. Pessoas continuam presentes, mas em funções de supervisão e manutenção. O trabalho não acaba, mas muda de forma e exige novas habilidades.
Chocolate
Aparentemente temos um pouco mais de uma década para aproveitar essa gostosura. De acordo com um estudo do Centro Internacional de Agricultura Tropical, a produção de cacau diminuirá drasticamente até 2030 devido às temperaturas abaixo do ideal nas regiões produtoras de cacau. Enquanto isso, a demanda vai superar a oferta.
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Cabos, tomadas e quedas de energia
Cabos de carregador tendem a desaparecer com o avanço do carregamento sem fio. Mesas e superfícies que transmitem energia devem se tornar comuns. Ao mesmo tempo, redes elétricas inteligentes e a energia solar prometem reduzir apagões, dando mais autonomia às casas.
Calculadoras, quadros e salas de aula
Calculadoras já foram engolidas pelos celulares e assistentes de voz. Nas escolas, quadros-negros deram lugar a quadros digitais, que salvam, compartilham e ampliam o conteúdo das aulas. A sala de aula se torna mais conectada e menos dependente do giz.
Senhas
Esquecer senha é uma dor comum, mas temporária. Tecnologias de autenticação sem senha, com biometria e verificação entre dispositivos, avançam rapidamente. A promessa é mais segurança e menos esforço para acessar serviços e contas.
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Anonimato
Câmeras, rastreamento digital e dados biométricos tornam o anonimato público algo cada vez mais difícil. Perfis digitais se tornaram padrão, e a personalização depende da coleta constante de dados. A conectividade cresce, mas a privacidade diminui.
Letra de mão
A escrita cursiva, ensinada por gerações, perde espaço com o uso de teclados e telas. Muitas escolas já priorizam digitação e informática. A letra de mão passa a ser exceção, não regra.
Sacolas plásticas
Sacolas plásticas de uso único estão em forte declínio por causa do impacto ambiental. Sacolas reutilizáveis e de papel ganham espaço. A mudança de hábito mostra como pequenas escolhas podem transformar o consumo.
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Correio e parquímetros
Caixas de correio estão sendo retiradas por falta de uso, concentradas apenas em locais estratégicos. Parquímetros físicos seguem o mesmo destino, substituídos por reconhecimento de placas e cobrança automática. As cidades mudam sem que a gente perceba.
Discos rígidos
O armazenamento físico perde força diante da nuvem. Fotos, documentos e arquivos deixam de ocupar espaço em gavetas e passam a viver online. A ideia de “guardar” algo muda completamente.
Idiomas e culturas
Enquanto idiomas globais se fortalecem, línguas faladas por poucos correm risco de desaparecer. Com elas, histórias, saberes e identidades inteiras podem sumir. Nem toda perda é tecnológica; algumas são culturais e silenciosas.
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Carros, trânsito e motoristas
Veículos autônomos prometem reduzir acidentes e congestionamentos. Com máquinas controlando velocidade e distância, o trânsito tende a fluir melhor. Nesse cenário, motoristas profissionais e comuns podem deixar de ser necessários.
Chaves, assinaturas e o metal
Chaves metálicas dão lugar a fechaduras digitais, reconhecimento facial e impressão digital. Assinaturas com caneta também perdem espaço para versões eletrônicas. A tinta seca, o papel some, e o mundo segue, cada vez mais, sem deixar rastros físicos.
Fonte: Conexão Notícia com informações do Portal Yahoo.i
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Divulgação do CN - Conexão Notícia.
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