Vírus Nipah: índice de mortalidade do vírus pode alcançar até 75%.
Vírus Nipah: índice de mortalidade do vírus pode alcançar até 75%.
Canal no WhatsApp | Registros de pessoas infectadas seguem concentrados no sul e no sudeste da Ásia, segundo autoridades sanitárias.
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O vírus Nipah é considerado uma ameaça relevante à saúde pública internacional por apresentar uma taxa de mortalidade que pode chegar a até 75% nos casos confirmados.
Esse índice elevado coloca o patógeno entre os mais letais monitorados atualmente por organismos de saúde.
Monitoramento constante da OMS
Devido ao seu potencial de causar surtos graves, o Nipah permanece sob vigilância da Organização Mundial da Saúde (OMS).
A ausência de tratamentos específicos e a possibilidade de rápida evolução dos quadros reforçam a necessidade de acompanhamento contínuo e alerta global.
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Concentração de casos na Ásia
Os registros de infecção humana têm ocorrido principalmente no sul e no sudeste da Ásia. Bangladesh e Índia concentram a maior parte dos surtos relatados, com episódios recorrentes ao longo dos últimos anos.
Ausência de transmissão fora do eixo asiático
Embora o vírus já tenha sido identificado em morcegos em outras regiões da Ásia e também na África, até o momento não há confirmação de transmissão entre humanos fora do continente asiático. Esse dado reduz o risco imediato global, mas não elimina a preocupação.
Falta de vacina e tratamento específico
Um dos principais fatores de alerta é a inexistência de vacina ou antiviral específico contra o Nipah. O atendimento médico disponível se baseia apenas em suporte intensivo, com foco no controle de complicações respiratórias e neurológicas.
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Origem e identificação do vírus
O vírus Nipah foi identificado pela primeira vez em 1999, durante um surto que atingiu criadores de suínos na Malásia.
Desde então, estudos apontam os morcegos frugívoros, especialmente do gênero Pteropus, como hospedeiros naturais do vírus.
Formas de transmissão da infecção
A infecção pode ocorrer por meio do contato direto com animais infectados ou com suas secreções. O consumo de alimentos contaminados também representa risco, assim como a transmissão entre pessoas pelo contato com fluidos corporais.
Período de incubação prolongado
O controle da doença é dificultado pelo período de incubação longo e variável. Em geral, os sintomas surgem entre quatro e 21 dias após a infecção, mas há registros raros em que esse intervalo chegou a até 45 dias.
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Sintomas iniciais e evolução grave
Nos estágios iniciais, os sintomas costumam ser semelhantes aos de uma virose comum, como febre, dores no corpo e vômitos.
Em parte dos pacientes, no entanto, a doença evolui rapidamente para insuficiência respiratória e encefalite aguda.
Sequelas e importância da prevenção
Quando há comprometimento neurológico, podem surgir sonolência, confusão mental, convulsões e até coma em poucos dias. Entre os sobreviventes, cerca de 20% apresentam sequelas neurológicas permanentes ou recaídas tardias.
Diante da falta de medicamentos, a prevenção é a principal estratégia, incluindo evitar suco de tâmara cru, lavar e descascar frutas e descartar alimentos com sinais de contato com animais.
Fonte: Conexão Notícia com informações do Pleno News.i
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Divulgação do CN - Conexão Notícia.
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