Escalada de violência em Moçambique atinge cristãos e os tem como alvos: “A igreja sofre com eles”.
Escalada de violência em Moçambique atinge cristãos e os tem como alvos: “A igreja sofre com eles”.
Canal no WhatsApp | Extremistas deixaram 22 mortos, aldeias destruídas e mais de 80 mil pessoas deslocadas, tendo os cristãos como principais alvos da violência.
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A escalada de ataques extremistas no norte de Moçambique tem causado mortes, destruição e medo entre a população civil.
Ao menos 22 pessoas morreram e milhares foram forçadas a deixar suas casas após uma série de ofensivas armadas em distritos da região, onde comunidades cristãs estão entre as mais afetadas.
Ataque a aldeia em Muidumbe
Um dos episódios mais graves ocorreu no dia 20 de novembro de 2025, quando extremistas ligados ao Estado Islâmico da Província de Moçambique atacaram a aldeia Primeiro de Maio, no distrito de Muidumbe. Quatro civis foram assassinados e diversas casas foram incendiadas durante a ação.
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Aldeias vizinhas também foram atingidas
A violência não se limitou a uma única localidade. Aldeias próximas, como Nampanha e Mapate, também sofreram ataques.
Segundo relatos, os extremistas avançaram rapidamente, deixando um rastro de destruição e forçando moradores a fugir às pressas.
Fuga em meio ao caos
De acordo com o International Christian Concern (ICC), ao anoitecer, corpos ainda permaneciam do lado de fora de casas abandonadas.
Muitos sobreviventes escaparam pela mata ou caminharam por longas distâncias em busca de cidades consideradas mais seguras.
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Relatos de sobreviventes
“Milhares de famílias estão sofrendo enquanto tentam escapar dos terroristas. A maioria das casas foi queimada e pessoas foram mortas”, relatou um sobrevivente ao ICC, descrevendo o desespero vivido pelas comunidades atacadas.
Novos ataques em Nampula
Nos dias seguintes, a violência se intensificou. Em 25 de novembro, extremistas atacaram o distrito de Memba, na província de Nampula. Na aldeia de Mazua, pelo menos quatro civis foram mortos, provocando uma nova onda de deslocamentos forçados.
Mais de 80 mil deslocados
Com a expansão da insegurança, famílias abandonaram casas, lavouras e meios de subsistência. Somente no distrito de Memba, mais de 80 mil pessoas foram deslocadas. Um líder local resumiu o cenário como “uma população dominada pelo medo”.
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Avanço da violência em outros distritos
A ofensiva também alcançou o distrito de Eráti, atingindo aldeias como Pavala, Sirissa, Nhage e Nahavara. Em regiões como Lúrio e Mazula, casas, plantações e igrejas foram deixadas para trás, enquanto famílias fugiam levando apenas o essencial.
Cristãos entre os principais alvos
Durante a semana de ataques, cerca de 22 cristãos foram mortos. Segundo testemunhas, os extremistas percorriam casa por casa, incendiando propriedades e perseguindo moradores. O bispo Alberto Vera afirmou: “Esta foi uma semana de terror e muito sofrimento. Pessoas foram mortas, e famílias inteiras precisaram fugir”.
Igreja sofre junto com o povo
O ICC informou que cristãos foram alvo especial da violência por causa da fé. Igrejas, que por gerações serviram como centros de apoio comunitário, acabaram abandonadas. “São famílias, crianças e idosos que só querem viver em paz. A igreja sofre com eles e caminha ao seu lado, mesmo quando tudo lhes foi tirado”, concluiu o bispo.
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Fonte: Conexão Notícia com informações de ICC.i
Divulgação do CN - Conexão Notícia.
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