Mulher com doença terminal se despede da família, mas vive milagre: “Sem Deus eu não viveria”.
Mulher com doença terminal se despede da família, mas vive milagre: “Sem Deus eu não viveria”.
Canal no WhatsApp | Desenganada pelos médicos e prestes a iniciar cuidados de fim de vida, Monica passou por um transplante raro que salvou a sua vida.
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Durante 15 anos, Monica McFarlan enfrentou uma dura luta contra a insuficiência cardíaca. Ao longo desse período, ela precisou tomar nove medicamentos diariamente, passou por diversas internações hospitalares e chegou a enfrentar uma cirurgia cerebral de emergência após sofrer um ataque cardíaco.
Com o passar dos anos, os tratamentos foram se tornando cada vez menos eficazes, e os médicos começaram a perceber que as opções médicas disponíveis estavam se esgotando.
Diagnóstico precoce e anos de luta pela vida
Monica recebeu o diagnóstico da doença quando tinha apenas 37 anos. Desde então, passou a travar uma batalha constante pela sobrevivência.
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Ao longo dos anos, procurou diversos centros de transplante nos Estados Unidos em busca de uma solução.
No entanto, mesmo com todos os esforços, a família recebeu uma notícia devastadora: não havia mais tratamentos disponíveis capazes de reverter o quadro.
A notícia que parecia ser o fim
Diante da gravidade da situação, os médicos informaram que o tempo de vida de Monica poderia ser extremamente curto.
Ela mesma relembrou aquele momento dramático em entrevista à emissora americana 11 Alive: “Eu tinha entre dois dias e duas semanas de vida para me despedir”. A família, então, começou a se preparar para a despedida, acreditando que não havia mais esperança.
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Impedimento para um transplante tradicional
Os especialistas explicaram que um transplante de coração convencional não seria possível no caso de Monica.
O organismo dela apresentava altos níveis de anticorpos, proteínas responsáveis pela defesa do corpo, que poderiam atacar e rejeitar rapidamente um novo coração transplantado.
Por causa desse risco elevado de rejeição, os médicos passaram a considerar apenas cuidados paliativos, destinados a oferecer conforto quando não há mais possibilidade de cura.
Uma pergunta que trouxe nova esperança
Quando a família já se preparava para o pior, surgiu uma pergunta inesperada da equipe médica: “Você já ouviu falar do procedimento HALT?”.
A técnica, cujo nome vem da sigla em inglês Heart After Liver Transplant (Coração após Transplante de Fígado), é uma estratégia cirúrgica inovadora que consiste em realizar primeiro um transplante de fígado e, em seguida, um transplante de coração, ambos provenientes do mesmo doador.
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Como funciona o procedimento HALT
Nesse método, o fígado exerce uma função essencial no organismo do paciente após o transplante. Ele atua como uma espécie de “escudo biológico”, ajudando a neutralizar os anticorpos que poderiam atacar o novo coração.
Dessa forma, o risco de rejeição diminui significativamente. Para Monica, aquela possibilidade representava uma esperança inesperada em um momento em que parecia não haver mais saída.
O enorme desafio médico da cirurgia
O médico Victor Pretorius, diretor cirúrgico de transplante cardíaco da Emory University, explicou a complexidade do caso. “Nós tínhamos uma boa compatibilidade entre doador e paciente, mas sabíamos que o coração seria rejeitado se não usássemos essa estratégia”, afirmou.
Ele também destacou a dimensão do procedimento: “Foi um procedimento enorme. A cirurgia durou 16 horas. Mas a biologia por trás disso é incrível. O transplante combinado de fígado e coração oferece proteção ao coração novo e pode dar ao paciente um futuro.”
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Uma técnica ainda muito recente
O procedimento HALT havia sido desenvolvido apenas em 2023, o que explica por que Monica havia sido recusada anteriormente por outros centros médicos. Segundo o médico, a situação era extremamente delicada.
“Depois de tentar vários hospitais pelo país, todos negaram o transplante. A única opção que restava era encaminhá-la para cuidados de fim de vida. Ela já estava se preparando para isso quando nossa equipe decidiu tentar.” Mesmo diante do risco, a equipe resolveu avançar com a cirurgia.
Recuperação e uma nova oportunidade de viver
A cirurgia, que durou cerca de 16 horas, foi bem-sucedida. O caso marcou a primeira vez que o procedimento HALT foi realizado no estado da Geórgia e apenas a segunda vez em todos os Estados Unidos.
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Três meses após o transplante, Monica não apenas sobreviveu, como voltou a ter qualidade de vida. “É muito bom voltar a rir e voltar a me sentir eu mesma”, disse ela ao relembrar a transformação após o procedimento.
Fé, gratidão e uma nova vida
Para Monica, sua sobrevivência tem um significado espiritual profundo. “Eu saí do ponto mais baixo da minha vida, quando estava me despedindo dos meus filhos, do meu marido e da minha mãe, para o ponto mais alto”, contou.
Em seguida, acrescentou: “Ganhei uma segunda chance, uma terceira, uma quarta! Sou muito grata. Agradeço a Deus todos os dias. Minha fé ficou muito mais forte, porque sem Deus eu não estaria aqui.”
A história ainda teve um desfecho emocionante: o fígado original de Monica, que estava saudável, pôde ser transplantado em outro paciente com insuficiência cardíaca, ajudando a salvar mais uma vida.
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Assista o vídeo:
Fonte: Conexão Notícia com informações da 11 Alive.i
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Divulgação do CN - Conexão Notícia.
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