Redes Sociais

Header Ads

Justiça bloqueia bens de ex-prefeito, acusado de improbidade administrativa

Humberto Amaducci é investigado por improbidade administrativa. —  Foto/Reprodução/Isac Nóbrega/PR.  


Justiça bloqueia bens de ex-prefeito, acusado de improbidade administrativa
Fonte:  CAMPO GRANDE NEWS. —  Publicado no  CN em 19.jun.2020.   

 Justiça MPE instaurou inquérito civil para apurar irregularidades na dispensa de licitação relativo ao contrato de locação de imóvel. 

A Justiça aceitou pedido do Ministério Público Estadual e determinou o bloqueio de bens do ex-prefeito de Mundo Novo, distantes 496 km de Campo Grande, Humberto Amaducci (PT), investigado por improbidade administrativa.

O MP instaurou inquérito civil para apurar irregularidades na dispensa de licitação relativo ao contrato de locação de imóvel não residencial firmado entre a Fundação Hospitalar de Mundo Novo e o Hospital Maternidade Santa Marta.

De acordo com a ação, o contrato foi celebrado em 22 de setembro de 2014 no valor de R$ 2,227 milhões, mas o atendimento a população teve início somente no dia 19 de setembro de 2016. “Portanto, o aluguel foi pago durante um tempo sem que o imóvel fosse utilizado pela sociedade”, aponta o MP.

VEJA TAMBÉM: 
WhatsApp fica fora do ar em diversos países nesta sexta (19) 
Ex-ministro da Educação passará a receber mensalmente R$ 115 mil, livre de impostos
Médico Hélio Angotti assume secretaria no Ministério da Saúde 
Deputado bolsonarista chama ministro do STF de “canalha” após ter sigilo quebrado
Na mira da Polícia Federal: Secretarias de Saúde são alvos em Pernambuco  
Após pressão, Amazon encerra venda de livro pedófilo
Sara Winter é denunciada pelos crimes de injúria e ameaça contra Alexandre de Moraes
78 oficiais das Forças Armadas emitem dura nota contra Ministro Celso de Mello do STF
Golpe: Aplicativo que muda foto para sexo oposto é investigado por roubar dados

Também argumentou que o imóvel estava em péssimas condições e que foram necessárias reformas, que custaram mais R$ 1,3 milhão. O Hospital Santa Marta e o município informaram que foi pago o valor de R$ 111 mil, referentes a primeira parcela, e os aluguéis mensais de R$ 18,5 mil, a partir de 22 de abril de 2015, totalizando R$ 464,1 mil em 19 meses.

O MP apontou que “o contrato celebrado com dispensa de licitação é totalmente ilegal e gerou dano ao erário, além de ofender princípios da Administração Pública”.

Na decisão, o juiz Guilherme Henrique Berto de Almada, da 2a Vara de Mundo, deferiu o pedido de liminar e decreta a indisponibilidade dos bens dos réus até o montante de R$ 928.324.

A reportagem tentou contato com Humberto Amaducci, mas o telefone estava desligado.




Médicos voluntários do Projeto Missão Covid atendem pessoas com suspeita da doença ou com dúvidas sobre o novo coronavírus. 





Postar um comentário

0 Comentários