Cristão, Justin Bieber compartilha o evangelho e condena ‘cultura do cancelamento’ em nova música - Conexão Notícia

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Cristão, Justin Bieber compartilha o evangelho e condena ‘cultura do cancelamento’ em nova música

  Justin Bieber tem falado abertamente sobre sua fé em Jesus Cristo.  —  Foto/Reprodução.

Cristão, Justin Bieber compartilha o evangelho e condena ‘cultura do cancelamento’ em nova música
Publicado no Conexão Notícia em 15.abril.2021.  

Mundo Cristão Em suas canções, o músico canadense tem dito que o mundo atravessa um período de cultura destruída.

O astro pop Justin Bieber, que tem falado abertamente sobre sua fé em Jesus Cristo, está usando um single em seu novo EP Gospel para compartilhar as Escrituras e condenar a ‘cultura de cancelamento’, que ganhou força nos últimos anos após movimentos de esquerda implantarem uma espécie de desterro político contra pessoas e grupos de atitudes consideradas antagônicas e questionáveis.

Na música “Afraid to Say” (tradução livre: Com Medo de Dizer), Bieber, de 27 anos, expressa tristeza pela aceleração da cultura do cancelamento que consumiu muito do discurso público nos últimos meses.

“O que fizemos com a sociedade quando todos foram cancelados?”, questiona.


E não pode haver espaço para maturidade? Porque descartá-los não é a resposta, completa.

O cantor internacional explica que a redenção de Deus é a solução para o que aflige nossa cultura destruída:

Não podemos descartar as pessoas. Deus nunca nos descarta, mesmo em nossos dias mais sombrios. Mesmo quando menos merecemos. Mesmo quando estamos fazendo aquela coisa estúpida que gostaríamos de não estar fazendo. Deus nunca nos descarta – nunca. Ele está conosco em nossa dor. Ele está conosco em uma luta. Ele está conosco em nossas decisões erradas. Ele está conosco o tempo todo. Ele nunca nos descarta, relata o músico.

No refrão, Bieber canta: “O que eu tenho que dizer importa mesmo? / A vida é subir a escada? / E podemos até ver vidas que são destruídas? ”

As canções terminam com Lauren Walters recitando o Salmo 139: 13-16.

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Tu me formaste por inteiro, por dentro e por fora”, disse ele. “Fui criado de maneira impressionante e maravilhosa. Tuas criações são espetaculares. Tu me projetaste habilmente. Tu viste a substância ainda informe, antes de eu ser formado. Antes de eu existir, todos os meus dias estavam escritos no Teu livro.

Em outra música, “We’re In This Together” (Estamos Juntos Nisso), Bieber abre sobre seu próprio passado, admitindo coisas que fez de errado e agradecendo a Deus pela maneira como cresceu ao longo dos anos.

Ele continuou dizendo que, “mesmo em uma pandemia, Deus ainda está planejando/ planejando paz, planejando alegria, planejando outro dia/ Ele deu a vida na cruz para nos livrar de nossos pecados.”

Bieber encerra a música orando:

Eu oro por cada pessoa que está ouvindo essa música agora. Eu oro pela paz. Eu oro por alegria. Eu oro por confiança. Eu oro por segurança. Eu Te agradeço muito pela pessoa que está ouvindo isso agora. Oro para que Tu os abençoe. Abençoe suas mentes, abençoe suas finanças. Abençoe sua família, abençoe seus filhos, abençoe suas filhas, abençoe suas mães, abençoe seus pais, abençoe seus avós. Deus, eu apenas oro por um discernimento avassalador da Tua presença em sua casa agora, uma percepção avassaladora da Tua paz que diz: ‘Tudo vai ficar bem’. Em nome de Jesus. Em nome de Jesus.

Por Thaís Garcia 



Liberdade de culto: STF proíbe celebrações religiosas coletivas na pandemia

  A realização de cultos, missas e outras atividades religiosas coletivas esteve em julgamento como medida de enfrentamento da pandemia de Covid-19.  —  Foto/Reprodução.

Os ministros validaram decreto do Estado de SP vedou integralmente a realização de cultos coletivos.

No dia 8, o plenário do STF assentou a constitucionalidade de dispositivo do decreto 65.563/21, do Estado de São Paulo, que vedou integralmente a realização de cultos, missas e outras atividades religiosas coletivas durante a pandemia de covid-19. A decisão foi por maioria, em um placar de 9x2.

No último sábado, Nunes Marques liberou celebrações religiosas presenciais em meio a pandemia de covid-19. Sua decisão foi em outro processo. Em liminar, o ministro determinou que Estados, municípios e DF se abstenham de editar decretos que proíbam atividades religiosas presenciais. Leia a matéria completa, aqui!

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