Sedentarismo pode colocar sua saúde em risco: veja 5 sinais de alerta.
Sedentarismo pode colocar sua saúde em risco: veja 5 sinais de alerta.
Canal no WhatsApp | Mudanças no estilo de vida, como alimentação inadequada e baixos níveis de atividade física, aumenta os riscos de doenças metabólicas e cardíacas.
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Passar muitas horas sentado, evitar atividades físicas e manter uma rotina com pouco movimento pode parecer algo comum, mas o sedentarismo está entre os principais fatores de risco para doenças crônicas.
Entre elas estão Diabetes tipo 2, Hipertensão e problemas cardiovasculares, que podem se desenvolver de forma silenciosa ao longo do tempo.
Dados preocupantes no Brasil
De acordo com o sistema Vigitel, do Ministério da Saúde, em 2024, 62,6% dos adultos brasileiros estavam acima do peso.
Esse cenário está ligado a mudanças no estilo de vida, como alimentação inadequada e baixos níveis de atividade física, aumentando os riscos de doenças metabólicas e cardíacas.
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Corpo dá sinais antes de adoecer
Segundo a médica Flávia Pieroni, o organismo costuma apresentar sinais antes do surgimento de doenças mais graves.
“O sedentarismo afeta diretamente o metabolismo. Quando o organismo permanece por muito tempo sem atividade física regular, podem surgir alterações na glicemia, no colesterol, na pressão arterial e até na composição corporal.
Muitas dessas mudanças começam de forma discreta, mas podem ser identificadas em exames laboratoriais e clínicos”, explica.
1. Cansaço e perda de condicionamento
Sentir cansaço ao realizar atividades simples, como subir escadas ou caminhar pequenas distâncias, pode indicar falta de preparo físico.
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“Quando a pessoa perde condicionamento, atividades simples tornam-se muito mais difíceis, o que impacta a qualidade de vida e aumenta o risco de desenvolver doenças cardiovasculares”, afirma o cardiologista Breno Giestal.
O especialista destaca a importância do VO₂ máximo, indicador da capacidade do corpo de utilizar oxigênio durante o exercício.
“Hoje sabemos que o VO₂ máximo é um dos marcadores mais importantes de saúde e longevidade na medicina”, afirma.
Ele explica que exames como teste ergométrico e ergoespirometria ajudam a medir essa capacidade. “A ergoespirometria é considerada padrão-ouro, pois mede diretamente o consumo de oxigênio durante o esforço”.
Ainda segundo o médico, não há medicamento capaz de substituir a prática de atividades físicas. “O condicionamento cardiorrespiratório é um marcador biológico fundamental.
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Diferente de fatores como colesterol ou glicose, não existe medicamento capaz de aumentar o VO₂ máximo; assim, a verdadeira ‘pílula’ é o exercício físico”, comenta.
2. Ganho de peso e gordura abdominal
A falta de movimento favorece o acúmulo de gordura, principalmente na região abdominal. Esse tipo de gordura, conhecida como visceral, pode afetar órgãos como fígado, pâncreas e intestino, aumentando o risco de doenças cardiovasculares e metabólicas.
“O acúmulo de gordura na região abdominal também pode afetar o fígado e levar à esteatose hepática, conhecida como gordura no fígado.
Exames de sangue como TGO, TGP e Gama GT ajudam a avaliar possíveis alterações hepáticas, e o ultrassom abdominal pode identificar o acúmulo de gordura no órgão”, explica Flávia Pieroni.
3. Alterações no colesterol
Mesmo sem sintomas aparentes, o sedentarismo pode elevar o colesterol LDL, considerado prejudicial, e os triglicerídeos, além de reduzir o HDL, que protege o coração. Essas alterações aumentam o risco de problemas cardíacos.
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4. Aumento da glicemia
A falta de atividade física reduz a sensibilidade do organismo à insulina, o que pode elevar os níveis de açúcar no sangue.
Com o tempo, esse quadro pode evoluir para resistência à insulina e favorecer o surgimento do diabetes tipo 2.
5. Dores e rigidez no corpo
A ausência de movimento também pode causar perda de massa muscular, diminuição da flexibilidade e aumento de dores musculares e articulares, afetando a mobilidade e o bem-estar no dia a dia.
Importância da avaliação médica
Após identificar esses sinais, é fundamental procurar orientação médica e realizar exames. “Entre os exames que costumam ser solicitados, estão a glicemia de jejum e a hemoglobina glicada, que avaliam o metabolismo da glicose, e o perfil lipídico, que mede o colesterol e os triglicerídeos, além de exames clínicos e cardiológicos, quando necessário”, destaca Flávia Pieroni.
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Fonte: Conexão Notícia com informações do Portal EDICASE.i
Divulgação do CN - Conexão Notícia.
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