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Pregador de rua baleado escapou da morte por milagre: ‘Bala não atingiu órgãos vitais’

       O Pr. Larry Oneal Walker ora por um homem em pregação de rua.   —  Foto/Reprodução/La Keisa Walker.
 
Pregador de rua baleado escapou da morte por milagre: ‘Bala não atingiu órgãos vitais’.
Publicado no Conexão Notícia em 30.junho.2024.  

Grupo no WhatsApp Larry Oneal Walker conta que, após tocar no local onde a bala entrou e ficar com a mão ensanguentada, começou a orar por sua vida.  

O pregador de rua em Arkansas, reverendo Larry Oneal Walker, foi baleado enquanto compartilhava o Evangelho em um movimentado cruzamento em North Little Rock, Arkansas. O crime ocorreu em 2 de junho quando um homem se aproximou agressivamente dele e tentou pegar seu microfone. Os dois lutaram e o homem atirou no pastor.

"Eu caí no chão, verifiquei meu lado com uma mão cheia de sangue. A próxima coisa que fiz foi colocar as mãos na cabeça e começar a orar", disse Walker.

Agora Walker diz ter perdoado o atirador, citando João 3:16 (“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”) e enfatizando qual deve ser a postura dos crentes. “Como cristãos, devemos perdoar uns aos outros”, disse Walker.
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"Não podemos guardar amargura, raiva e conflito uns contra os outros em nossos corações."

‘Milagre’

Segundo os médicos, a maneira como a bala entrou no corpo do Pr. Walker um verdadeiro milagre, já que passou perto de seus órgãos vitais, mas sem atingir nenhum deles. 

"Eu vejo milagres o tempo todo, o tempo todo. É por isso que eu disse: 'Eu não posso morrer. Eu não vou morrer. Eu não posso ficar doente. Eu não vou ficar doente porque o Senhor me deu vida'", testemunhou.

LaKeisa Walker, filha de Walker, disse que foi um momento horrível quando atendeu o telefone e soube que seu pai havia levado um tiro.

"Estávamos firmados na Escritura que diz: 'Nenhuma arma forjada contra ti prosperará', então acreditávamos que aquilo era uma arma forjada contra ele, mas que não prosperaria... 

Deus manifestou uma cura, um milagre através dele naquele dia", ela disse ao Fox News Digital. Ela disse que a história de seu pai tocou não apenas a igreja do Arkansas, mas a que ela frequenta também no Texas.
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"Eles simplesmente dizem: 'Isso foi Deus'. Isso fortaleceu não só a minha fé, mas a de toda a comunidade", testemunhou ela.

50 anos de ministério

O Pr. Walker tem pregado nas últimas 5 décadas, e começou a pregar nas ruas há 15 anos.

       O Pr. Walker ora por um homem em pregação de rua.   —  Foto/Reprodução/La Keisa Walker.

“É por isso que a nossa nação tem sido tão forte, porque acreditamos no Deus Todo-Poderoso”, disse Walker.

Ele disse que a América está sendo curada e que a perda de fé em todo o país levou à confusão e à divisão. Entre 2007 e 2021, o percentual de adultos que se identificam como não afiliados religiosamente cresceu de 16% para 29%, de acordo com o Pew Research Center. "A América foi ferida por esse espírito maligno de ódio", disse Walker.

"Bem, nós somos pessoas amorosas. A América é a melhor, a nação mais abençoada do planeta. Não há outra nação maior do que a América."
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'Precisamos nos voltar para Deus'

LaKeisa Walker disse: "Precisamos nos voltar para Deus. Acho que isso pode ser um começo, o gênesis de um movimento em todo o país... Voltemo-nos para Deus em um momento como este que nosso mundo está enfrentando agora." Walker disse não ter tido nenhum contato com o atirador desde o incidente.

Identificado como Latarryes Bush, de 20 anos, o atirador continua detido sem fiança, aguardando sua primeira audiência no Tribunal Distrital, informou a Fox News Digital, após comunicado de imprensa compartilhado pelo Departamento de Polícia de North Little Rock.


As informações são do GiUiIiAiMiE, COM INFORMAÇÕES DA FOX NEWS.

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Após ser espancada por marido muçulmano, cristã sudanesa testemunha: “Decidi seguir Jesus”
       Cristã sudanesa.   —  Foto/Reprodução/Ilustração/Portas Abertas.
 
Publicado no Conexão Notícia em 20.junho.2024.  

Grupo no WhatsApp Além dos conflitos durante a guerra, os cristãos locais também sofrem com a perseguição dos muçulmanos.  

Após ser espancada por não negar Jesus no Sudão, uma cristã perseguida relatou como permaneceu fiel em meio a guerra e intolerância religiosa no país.

Quando os conflitos começaram, Fátima e sua família precisaram se mudar para o Sudão do Sul em busca de refúgio. 

Na época, Fátima era muçulmana e ainda não tinha descoberto a esperança em Cristo e temia pela segurança da sua família.
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Ouvindo o evangelho 

No entanto, em um campo de refugiados, Fátima ouviu o Evangelho pela primeira vez. Mesmo ouvindo relatos de cristãos que sofreram isolamento social, abuso físico e até morte, ela se entregou a Jesus. 

“Aceitei o Senhor Jesus como meu Salvador e Senhor. Encontrei liberdade e vida eterna Nele”, disse ela à Global Christian Relief.

E continuou: “Minha fé significa muito para mim. Significa liberdade total da escravidão que me manteve presa durante décadas”. 

Perseguição familiar 

Contra a vontade do marido muçulmano, Fátima e os filhos começaram a frequentar a igreja. Então, ele ameaçou matá-la se ela não negasse a Jesus e retornasse para o Islã.  

Quando Fátima se recusou a desistir de Cristo, o marido a agrediu com uma barra de metal e feriu gravemente seu fêmur (osso da coxa). “Da próxima vez, se você não parar de frequentar esta igreja do seu Jesus, vou te matar”, ameaçou o marido. 

E Fátima respondeu: “Mesmo se você me matar, meu espírito irá para Deus, porque você matou apenas o corpo físico”. 

Apesar do trauma, a nova convertida teve a fé fortalecida e passou a orar pela conversão do marido. “Decidi seguir Jesus”, afirmou ela. 
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A guerra no Sudão 

A guerra no Sudão completou um ano no dia 15 de abril. Em 2023, uma grande disputa entre o exército do Sudão e o grupo paramilitar Forças de Apoio Rápido (RSF — sigla em inglês) tomou a capital do Sudão, Cartum. 

Com isso, a guerra civil começou e tem causado resultados desastrosos para a população. Além da crise alimentar, um relatório recente da ONU acredita que mais de 8 milhões de vítimas se tornaram deslocadas internas e refugiadas no último ano. 

Sofrimento

Os combates contínuos, que criaram uma crise de insegurança, tornaram impossível o deslocamento de ONGs, como agências da ONU, para prestarem o apoio necessário às pessoas deslocadas. 

Segundo um especialista da missão Portas Abertas, a guerra em curso trouxe sofrimento para os cidadãos sudaneses em geral, mas especialmente para os cristãos, que são ainda mais marginalizados por sua fé. 

“Embora todos os sudaneses sofram por causa da guerra, os cristãos enfrentam dificuldades excepcionais porque eles não recebem o mesmo apoio das comunidades”, explicou ele.
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Relato

“Nossos contatos relataram recentemente sobre cristãos abrigados em igrejas ou em outros locais onde não se misturam com o resto da população, porque se o fizerem, serão discriminados por serem cristãos e isso torna a sobrevivência ainda mais difícil para eles. Na distribuição de ajuda humanitária, os cristãos não recebem oportunidades iguais”, acrescentou.

A Lista Mundial de Perseguição de 2024 relata que os cristãos no Sudão são especialmente vulneráveis em tempos de guerra. A informação foi confirmada pelo número considerável de igrejas fechadas ou danificadas e os muitos cristãos que enfrentaram ataques. Além da opressão que aqueles que decidiram deixar o islamismo para seguir a Cristo.  

O Sudão ficou em 8º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2024 da Missão Portas Abertas dos lugares mais difíceis para ser cristão.
 
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As informações são do GIAME, COM INFORMAÇÕES DE GLOBAL CHRISTIAN RELIEF.

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Fé que supera a violência.
       Traore é um adolescente de Burkina Faso que teve o pai morto por jihadistas enquanto trabalhavam juntos no campo.   —  Foto/Reprodução/Portas Abertas.
 
Publicado no Conexão Notícia em 17.junho.2024.  

Grupo no WhatsApp A história de Traore, um órfão cristão em Burkina Faso, cuja fé permanece inabalável mesmo após a morte do pai por jihadistas.  

Em Burkina Faso, há mais de dois milhões de pessoas deslocadas, muitas delas viúvas e órfãos cristãos. Quando jihadistas mataram o pai de Traore*, em 2019, sabiam o impacto que isso teria em uma família cristã.

O que eles não consideraram foi a fé e a esperança plantadas por Jesus no coração e na mente de seu povo. Apesar de se tornar órfão, Traore deseja ser um missionário para continuar o exemplo deixado pelo pai.   
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Em 2020, Traore ainda era um menino, mas agora é um rapaz de 17 anos. De muitas maneiras, ele não é um adolescente comum. “Não quero me tornar médico ou entrar para o exército. É verdade que estudar é bom, afinal, pode garantir trabalho e dinheiro, mas o que estou interessado é em me tornar um missionário. Eu quero fazer isso por causa da nossa situação atual.”    

A situação a que Traore se refere é a insegurança em Burkina Faso que é o resultado da insurgência de jihadistas. Ele e sua família moravam em Arbinda, uma vila no Norte de Burkina Faso. 

Como muitas outras na região, Arbinda já foi um lugar pacífico e seguro para viver. Traore relembra daqueles dias. “Quando acordávamos, tínhamos nosso tempo de devocional e orações.” Era um lugar seguro para viver e trabalhar.  

Embora fosse um aluno diligente, quando não tinha aula, ficava com o pai. “Às vezes, ia pescar com meu pai. Quando voltávamos, minhas irmãs vendiam os peixes. Nas noites de sábado, jogávamos futebol, saíamos para andar pela mata ou para ver as pessoas jogando futebol.”
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Em 2019, Traore e a família tiveram que mudar para a região central de Arbinda. “Eu estudava em uma pequena vila, mas por causa da insegurança, viemos para a cidade, onde ficamos na casa de um pastor. A comida das ovelhas acabou e, na época, as escolas também estavam fechadas, então voltamos para casa.”    

Quando tudo mudou 

Traore não lembra o dia exato, apenas que era uma terça-feira de 2019. “Naquela manhã, meu pai me pediu para ir com ele em uma longa caminhada para juntar plantas e ervas. Ele fez café e chá para todos, incluindo nossos vizinhos. 

Fomos para a igreja fazer nosso devocional matinal e lembro que havia muitos pastores presentes, mas escolheram meu pai para pregar naquela manhã. Nós nos despedimos de nossa família e oramos antes de sair. A vila para onde iríamos estava a uma distância de 15 quilômetros. Após uma longa caminhada, começamos a coletar plantas e ervas. Quando terminamos de colher o que precisávamos, ouvimos o som de motocicletas se aproximando.”   
Os homens vestiam uniforme do exército. Então, em um primeiro momento, Traore e o pai pensaram que eram militares. Depois viram que seguravam bandeiras do Estado Islâmico. “Ouvimos falando em dialeto fulani. 

Ficamos orando enquanto eles desciam das motocicletas e nos cumprimentaram. Meu pai respondeu ao cumprimento e eles perguntaram onde estava o resto das pessoas. Meu pai não respondeu. Enquanto eles conversavam, entrei em pânico e fugi sem ser notado. De repente, enquanto tentava fugir, ouvi um tiro e comecei a correr.”   
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O rapaz soube instintivamente que o pai tinha sido morto. Ele se escondeu atrás de algumas casas e, quando o barulho das motocicletas diminuiu, correu para casa. “Enquanto corria, perdi meus sapatos e fui para casa descalço. 

Não estava com medo, mas a ideia de ter me tornado órfão se repetia na minha cabeça.” A família ficou devastada com a morte do pai de Traore. O luto é uma emoção para a qual ninguém está preparado. “O pastor pediu a algumas pessoas para confortarem minha mãe, mas quando elas chegaram, ao invés de confortá-la, muitas começaram a chorar e foi ela quem as confortou.”
    
       Mesmo diante dos traumas resultantes da morte do pai, o desejo de Traore é se tornar missionário para honrar o exemplo deixado pelo pai.   —  Foto/Reprodução/Portas Abertas.

Uma fé fortalecida 

Após a morte do pai, Traore teve que crescer rapidamente. Em tudo, Deus amadureceu sua fé. Além disso, o exemplo do pai permanece um raio de luz nesse tempo incerto.
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“Meu coração se quebra quando penso em meu pai. Mesmo nesses momentos, sei que Deus não nos esqueceu. Ele nos fala que tudo tem seu próprio tempo e faz tudo de acordo com a sua vontade.” Ainda assim, Traore não está imune à dúvida. 

Às vezes, sinto que Deus me abandonou, mas quando leio a Bíblia, percebo que ele esteve comigo desde o começo. Outras vezes, penso que Deus não se importa mais comigo, mas quando leio as Escrituras e ouço o encorajamento das pessoas, percebo que Deus me sustenta em minha dor.”    

Há momentos dolorosos em que o adolescente tem plena consciência de que o pai se foi. “Às vezes, quando converso com meus amigos, eles falam sobre o pai deles e eu não posso dizer nada, porque não tenho mais um pai.” 

É por isso que esses grupos visam os homens, cristãos ou não. Ao eliminar maridos e pais, a família inteira fica vulnerável. “Prover comida para meus filhos se tornou extremamente difícil, porque não tenho um campo para plantio e não sei o que fazer. Não é fácil, estamos sofrendo muito”, disse Falmata*, mãe de Traore.    
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As dificuldades são muitas, mas suas orações e apoio contínuo fazem a diferença na vida deles, além de permitir que a Portas Abertas garanta ajuda emergencial e apoio aos cristãos em Burkina Faso. 

Traore já é um pastor no coração: “Nós confiamos em Deus. Ele disse que não deveríamos nos preocupar com a nossa vida, com o que comer, beber ou vestir. Isso fortalece minha fé e me mantém prosseguindo. Quando enfrentamos dificuldades, devemos olhar apenas para Jesus”.  

Socorra cristãos vítimas de violência 

A violência extrema na África Subsaariana exige uma resposta urgente das igrejas locais. Grupos jihadistas como Boko Haram e Al-Shabaab espalham terror, resultando em deslocamento forçado, perseguição religiosa e desafios para os cristãos. 

Uma doação permite que congregações em Burkina Faso consigam auxiliar vítimas da perseguição violenta em suas necessidades materiais e espirituais e cuidados pós-trauma. 


As informações são do PORTAS ABERTAS.

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Militares libertam 686 reféns dos terroristas do Boko Haram.
       Mulheres estão entre a maioria dos reféns libertos na Nigéria e Camarões.   —  Foto/Reprodução/Imagem ilustrativa/Portas Abertas.
 
Publicado no Conexão Notícia em 25.maio.2024. Atualizado em 17.junho.2024.  

Grupo no WhatsApp É possível que haja cristãos entre os resgatados na Nigéria e Camarões.  

No início de maio, forças militares da Nigéria e de Camarões libertaram 686 prisioneiros do grupo extremista Boko Haram em duas operações distintas. As ações ocorreram no extremo norte de Camarões e na floresta de Sambisa, na Nigéria.

Na primeira operação, denominada Alpha, 300 prisioneiros foram libertados, incluindo 191 crianças, 99 mulheres e dez homens. A maioria dos reféns está em processo de repatriação para retornar às suas famílias.

Na última terça-feira (21), a imprensa nigeriana informou que 386 pessoas foram resgatadas na floresta de Sambisa. Entre os resgatados estavam principalmente mulheres e crianças, algumas delas em cativeiro há uma década. O brigadeiro-general Haruna explicou que a operação, chamada Desert Sanity 111, durou dez dias e teve como objetivo eliminar os restos de todas as categorias de terroristas na floresta.
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A ESPERANÇA PARA AS MENINAS DE CHIBOK E LEAH SHARIBU

Em abril, a organização Portas Abertas publicou um artigo especial sobre os dez anos do sequestro das meninas de Chibok. No mesmo dia do aniversário do rapto, Lydia Simon foi libertada junto com seus três filhos.

Durante um culto em memória aos dez anos do sequestro, Yana Gala, mãe de uma das meninas desaparecidas, expressou sua esperança na libertação das filhas.

– Minha esperança e oração é que o Deus que não falha traga de volta nossas filhas. Mesmo que elas tenham filhos agora, não importa a condição em que se encontrem, nós as queremos mesmo assim – disse Yana. Sua filha, Rifkatu, ainda está desaparecida.

Leah Sharibu completou 21 anos em 14 de maio. Ela está em cativeiro há seis anos por se recusar a se converter ao islã e usar o hijab. A Portas Abertas e as famílias das meninas de Chibok e de Leah Sharibu acreditam que a oração contínua é essencial para a libertação dos reféns e convidam todos os cristãos a intercederem por eles.
A Nigéria é o sexto país da Lista Mundial da Perseguição 2024, que classifica os 50 países onde os cristãos são mais perseguidos.

PERSEGUIÇÃO EXTREMA

Agora, na lista de 2024, a perseguição extrema atinge 13 países, ao invés de 11, como na LMP 2023. Os países que passaram ao nível de perseguição extrema são Síria (12°) e Arábia Saudita (13°). Apesar de manterem a mesma posição da edição passada, agora apresentam nível extremo de perseguição porque a pontuação subiu. (Para entender como é feita a pontuação, acesse Entenda a Lista).

Os outros países com perseguição extrema permaneceram os mesmos, apenas com alterações de posição no ranking. São eles:

1. Coreia do Norte
2. Somália
3. Líbia
4. Eritreia
5. Iêmen
6. Nigéria
7. Paquistão
8. Sudão
9. Irã
10. Afeganistão
11. Índia

Nesta edição, todos os 50 países listados permaneceram os mesmos da LMP 2023, mudando apenas suas pontuações e posições. Veja aqui os 50 países que compõem a LMP 2024, e todas as informações sobre perseguição em cada um deles.

       Lista Mundial da Perseguição 2024.   —  Foto/Reprodução/Portas Abertas.

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DESTAQUES DA LMP 2024

Coreia do Norte

A Coreia do Norte continua como o país mais perigoso para os cristãos, apesar da diminuição de relatos de violência. Muitos norte-coreanos foram repatriados da China e, provavelmente, enviados para prisões e campos de trabalho forçado. Como muitos cristãos norte-coreanos fugiram para o país vizinho e outro conheceram a Cristo lá, é possível que haja seguidores de Jesus entre os deportados.

Índia

Os conflitos políticos entre as etnias meitei e kuki, em Manipur, na Índia, que iniciaram em maio de 2023, causaram a morte de 160 cristãos e o deslocamento de outros 60 mil seguidores de Jesus, aumentando o índice de violência. Em Madhya Pradesh e Chhattisgarh, 200 cristãos de 70 famílias foram expulsos de suas comunidades.

África Subsaariana

A desestabilização política e econômica em diversos países da África Subsaariana favorece a ação de grupos extremistas. Casas, negócios de cristãos e igrejas foram os principais alvos dos jihadistas. A situação foi agravada em países onde aconteceram golpes militares e cristãos não tiveram liberdade de denunciar as violações de direitos humanos e compartilhar a fé em Jesus.
O clima de falta de liberdade foi intensificado com a compra de tecnologia de vigilância e monitoramento e a presença de mercenários russos do grupo Wagner.

Estima-se que dos 34,5 milhões de deslocados na África Subsaariana, 16,2 milhões sejam cristãos. Eles lutam para sobreviver sem alimentação, moradia e cuidados básicos de higiene e saúde. Eles ficaram ainda mais desprotegidos diante dos ataques de extremistas islâmicos. Mais de 14 mil igrejas na região foram atacadas ou fechadas entre 1º de outubro de 2022 e 30 de setembro de 2023. Esse dado é sete vezes maior do que na LMP 2023.

Oriente Médio

O terremoto que atingiu a Síria em fevereiro de 2023 contribuiu para que muitos cristãos, que já viviam em situação precária, se deslocassem ou deixassem o país. A destruição e a tomada de igrejas históricas pelo grupo extremista Hayʾat Taḥrīr al- Shām também causou a migração dos seguidores de Jesus.

Na Arábia Saudita, houve um aumento na violência contra os cristãos, apesar do aumento da liberdade de expressar a fé. Muitos compartilharam sobre Jesus publicamente e com suas famílias, mas correm o risco de serem assassinados por suas famílias e comunidade por
deixarem o islã.

Igrejas fechadas na China e na Argélia

A China foi o país com o maior número de igrejas fechadas, com no mínimo 10 mil incidentes. Muitas delas eram conhecidas como domésticas (por não serem reconhecidas pelo governo), mas tinham milhares de membros. Na Argélia, apenas quatro das 46 igrejas afiliadas à Igreja Protestante da Argélia (EPA, da sigla em francês) estão abertas.
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Liberdade de expressão se deteriora rapidamente na Nicarágua

O destaque na América Latina foi a Nicarágua, que subiu 20 posições na LMP 2024 e agora ocupa o 30° lugar. A hostilidade contra a igreja na Nicarágua deixou de ser indireta e agora pode ser notada por meio das restrições de liberdade religiosa, envolta em estruturas jurídicas feitas sob medida com esse propósito.

Os críticos da repressão à liberdade de expressão por parte do governo foram presos, assim como seus defensores. Universidades e outras instituições ligadas à igreja tiveram seus registros cancelados e propriedades e meios de comunicação de cristãos foram confiscados.

Líderes religiosos são acusados de espionagem; alguns tiveram a cidadania cancelada, além de serem forçados ao exílio. Celebrações cristãs em espaços públicos também foram proibidas.

O governo da Nicarágua até fechou sua embaixada em Roma, na Itália. O objetivo do governo não é simplesmente silenciar a voz dos cristãos, mas impedir sua credibilidade e a propagação de sua mensagem. No continente, segue a tendência de criar um governo de partido único, assim como Cuba.

NÚMEROS DA VIOLÊNCIA CONTRA CRISTÃOS NO MUNDO

– 4.998 cristãos mortos em todo o mundo em ataques relacionados com a fé. Os números provavelmente são muito mais altos, mas muitos não são relatados;

– Aumento de sete vezes nos ataques a igrejas, escolas cristãs e hospitais, de 2.110 (2023) para 14.766 (2024);

– Cristãos espancados ou ameaçados aumentaram de 29.411 casos relatados (2023) para 42.849;

– Os ataques a residências aumentaram 371% em relação aos números da LMP 2023 (4.547 para 21.431);

– Os cristãos forçados a abandonar as suas casas ou a esconderem-se mais do que duplicaram, de 124.310 para 278.716;

– 365 milhões de cristãos (um em cada sete em todo o mundo) enfrentam elevados níveis de perseguição e discriminação pela sua fé – acima do número do ano passado de 360 milhões.

Para saber mais sobre a perseguição a cristãos no mundo, acesse www.portasabertas.org.br.


As informações são do PLENOiiNEWS, COM INFORMAÇÕES DE PORTAS ABERTAS.

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Bebê desaparecida é encontrada morta nas enchentes do RS.
       Ágata e Agnes chegaram a ser socorridas, mas o barco virou e Agnes desapareceu nas águas.   —  Foto/Reprodução/Instagram @gabrielli.silvaa.5.
 
Publicado no Conexão Notícia em 14.maio.2024. Atualizado em 19.maio.2024. 

Grupo no WhatsApp Agnes é gêmea de Ágata e estava sendo procurada desde o dia 4 de maio. 

A bebê foi encontrada sem vida

A bebê de 7 meses que foi levada pela enchente em Canoas no dia 4 de maio foi encontrada morta. A informação foi confirmada pela mãe da criança, Gabrielli Silva, de 24 anos, que estava desesperada para encontrar sua filha, Agnes.

Quatro filhos

Gabrielli tem quatro filhos, sendo uma menina, um menino, e as gêmeas Ágata e Agnes. No dia da enchente, a mãe e seus filhos foram resgatados por um barco, mas a embarcação virou e todos caíram na água, inclusive as bebês. Apenas Ágata foi resgata, Agnes não foi encontrada.
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Uma história de sofrimento 

– Infelizmente a história não acabou como queria. Agora este vazio da foto vai ser eterno. Agora a saudade e a lembrança vão fazer morada. Eu não tenho uma palavra que possa descrever a minha dor – escreveu a mãe.

Uma tragédia sem culpados 

Gabrielli também disse que não tem culpados pela morte da menina, nem mesmo quem estava no barco, pois a ajudaram a deixar o imóvel.

Manifestação de gratidão

– Sei que ninguém teve culpa! Ninguém! Muito menos as pessoas que se disponibilizaram a nos salvar. A todos que estavam dando a vida para nos salvar, toda minha gratidão. Vocês são meus heróis.

Palavras de Gabrielli Silva

         Ágata e Agnes chegaram a ser socorridas, mas o barco virou e Agnes desapareceu nas águas.   —  Foto/Reprodução/Instagram @gabrielli.silvaa.5

Como muita gente não foi capaz de respeitar meu luto e meu tempo vim aqui me pronunciar!

Infelizmente a história não acabou como queria, agora este vazio da foto vai ser eterno, agora a saudade ea lembrança vai fazer morada.
Agora eu não tenho uma palavra que possa descrever a minha dor porque como vou viver faltando uma peça no meu quebra-cabeça?!
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A minha miss simpatia agora vc está no céu sorrindo para Deus no colinho dele.

Como vou continuar caminhando sem me culpar por tudo? Sei que ninguém teve culpa! NINGUEM! muito menos as pessoas que se disponibizaram em nós salvar, a todos que estavam dando a vida para nós salvar toda minha gratidão vcs são meus heróis ❤️‍🩹

A nossa luta diária de cada segundo de angústia acabou e agora você pode descansar no colo de Deus minha vidinha❤️‍🩹

Minha taoooo sonhada Agnes a mamãe NUNCA JAMAIS vai deixar vc ser esquecida porque onde eu puder vou levar teu nome junto a Deus 🕊

Quando te abraçava pediu para Deus não deixar nunca eu esquecer os momentos de carinho, cheirinho, beijinhos até dos teus miado ☹️

Eu sempre te falei meu amorzinho que nossa história era história de Jó

Jó, como pode ainda adorar?
Se não tem motivos pra cantar
Abandona esse Deus e morre

Mas não o adoro pelo que ele faz
Nem menos por bens materiais
Eu o adoro pelo que ele é
Eu sou dele, tudo é dele

Jó, você não tem motivos
Perdeu os seus bens, seus filhos, seus amigos
O que você vai fazer?

Eu vou adorar
Simplesmente adorar
Eu vou adorar

Deus me deu, Deus tomou
Bendito seja o nome do senhor
A ele a glória, a ele a honra
E o louvor🎵🎶🙏❤️‍🩹

Te amo daqui a eternidade miss simpatia 🩷 e perdoa a mamãe por não ter conseguido ter te pegado filha perdoa a mamãe amor me perdoa 😭❤️‍🩹
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As informações são do Portal PilieiniiNews.

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Franklin Graham enviará avião com sistemas de filtragem de água e suprimentos para o RS.
       O avião da Samaritan’s Purse está sendo preparado para ir ao RS. — Foto/Reprodução/Samaritan’s Purse.
 
Publicado no Conexão Notícia em 10.maio.2024.  

Grupo no WhatsApp O avião de carga 757 da Samaritan’s Purse está sendo preparado para trazer kits de higiene, luzes solares e outros suprimentos aos gaúchos afetados.
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A organização humanitária de Franklin Graham, Samaritan’s Purse, vai enviar seu avião de carga 757 ao Rio Grande do Sul, para ajudar na enchente histórica que devastou o estado.

De acordo com a missão, o avião vai transportar sistemas de filtragem de água para uso individual, kits de higiene, luzes solares e outros suprimentos emergenciais para socorrer os gaúchos afetados.

A Samaritan’s Purse também vai fornecer dez sistemas comunitários de filtragem de água, cada um tem a capacidade de prover água potável para até 10.000 pessoas por dia.

A Equipe de Resposta de Assistência a Desastres, especializada em servir em tragédias no mundo todo, já está em Porto Alegre, preparando uma ação humanitária, em parceria com as autoridades e uma rede de igrejas locais.

A tripulação do Boing 757 já está carregando o avião para decolar rumo ao RS, assim que as permissões de voo forem finalizadas.

Enchentes no RS

Segundo o último boletim da Defesa Civil divulgado nesta quinta-feira (9), 107 pessoas morreram, 374 ficaram feridas e 136 moradores ainda estão desaparecidos devido às inundações.

Mais de 200 mil gaúchos estão desabrigados em 425 cidades atingidas. No total, mais de 1,4 milhões de pessoas foram afetadas pelas fortes chuvas.
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A população ainda enfrenta a falta de água, energia elétrica, alimentos e sinal de internet. Mais de 750 mil imóveis estão sem abastecimento de água no Rio Grande do Sul, conforme a Defesa Civil. 


As informações são do GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE SAMARITAN'S PURSE.

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Resolução proíbe evangelismo em presídios e deputados reagem: “Perseguição religiosa.”
       Evangelismo em prisões. — Foto/Reprodução/Facebook/Capelania Prisional Batista Alma Livre.
 
Publicado no Conexão Notícia em 05.maio.2024.  

Grupo no WhatsApp A norma foi publicada pelo Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária na segunda-feira (29).

O Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP), ligado ao Ministério da Justiça, publicou uma resolução que proíbe o evangelismo em presídios, na segunda-feira (29). 

Segundo a Gazeta do Povo, a norma publicada no Diário Oficial da União proíbe a conversão religiosa de presos, alegando que o objetivo é "garantir a liberdade religiosa" nas prisões.

A resolução do CNPCP estabelece que as autoridades do sistema prisional impeçam o “proselitismo religioso” de qualquer crença, e a tentativa de converter os detentos a uma fé diferente da que professam ou os detentos que não possuem religião.

A norma ainda afirma que a assistência sócio-espiritual será permitida, desde que ela não seja "instrumentalizada para fins de disciplina, correcionais ou para estabelecer qualquer tipo de regalia, benefício ou privilégio".
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Reação da bancada evangélica

Parlamentares da bancada evangélica no Congresso se manifestaram após a publicação da nova norma.

O deputado federal Cabo Junio Amaral (PL-MG) declarou que a resolução é uma perseguição religiosa contra os cristãos. O político ainda convidou o presidente do conselho, Douglas Martins, para prestar depoimento na Câmara.

Segundo o deputado federal Messias Donato (Republicanos-ES), a medida é uma maneira de proibir que os evangélicos "levem a Palavra de Deus nos presídios".

"O que revolta não é apenas a perseguição, mas os esforços para impedir que a palavra de arrependimento e perdão seja espalhada para os que precisam", criticou ele.

Perseguição contra evangélicos

Para o senador Magno Malta (PL-ES), a atuação do Conselho do Ministério da Justiça é preocupante.

“Pode potencialmente resultar em uma perseguição religiosa, o que é inaceitável em qualquer lugar do Brasil, inclusive nos presídios", ressaltou ele, em entrevista à Gazeta do Povo.

"É necessário compreender por que esse conselho está ‘orientando’ as práticas religiosas dos detentos, especialmente com foco nos cultos de confissão cristã evangélica. Vi que a Câmara dos Deputados já convidou o responsável pelo Conselho para prestar esclarecimentos, e estarei acompanhando de perto esse desenvolvimento”, informou.

Malta ainda lembrou que a fé cristã contribui para a transformação dos presos. "Aceitar a Jesus não traz nenhum prejuízo ao detento, apenas contribui para sua ressocialização", pontuou.

Em nota, a CNPCP alegou que a resolução foi amplamente discutida e apresentada aos conselheiros em março. 
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O Conselho afirmou que a recomendação tem como objetivo a “inviolabilidade da liberdade de consciência e de crença, o livre exercício de cultos religiosos e a prestação de assistência religiosa nos espaços de privação de liberdade”.

E negou que a conversão de presos foi proibida, observando que, desde 2011, recomenda barrar o proselitismo religioso nas prisões. “Não há qualquer tipo de perseguição religiosa”, afirmou.


As informações são do GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE GAZETA DO POVO E METRÓPOLES.

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The Chosen inicia pré-venda de ingressos para novos episódios.

       Cena da série The Chosen. — Foto/Reprodução/The Chosen.
 
The Chosen inicia pré-venda de ingressos para novos episódios.
Publicado no Conexão Notícia em 26.abril.2024. Atualizado em 28.abril.2024.  

Grupo no WhatsApp Os dois primeiros episódios da quarta temporada já levaram mais de 700 mil pessoas aos cinemas.

Teve início, na segunda-feira (22), a pré-venda de ingressos para os novos episódios, do 3 ao 8, da quarta temporada da série The Chosen – Os Escolhidos. Os episódios estarão disponíveis em todo o país.
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Ensinamentos de Jesus

Distribuída globalmente pela Lionsgate, a história é vista através dos olhos daqueles que conheceram Jesus, tendo como pano de fundo a opressão romana em Israel do primeiro século. A produção retrata uma visão íntima da vida e dos ensinamentos de Jesus.
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Todos os episódios

Os episódios 3 e 4 a partir de 2 de maio; 5 e 6, em 16 de maio e 7 e 8, em 30 de maio. Para incentivar a compra dos ingressos, os cinemas trabalharão com preços promocionais para quem assistir a todos os episódios. Além disso, permanece válida a promoção de desconto para a compra de ingressos em grupo. Acima de 20 ingressos adquiridos na bilheteria do cinema em uma única transação, todos pagam meia-entrada.
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Streamings Prime Video, Peacock e Netflix

A produção é uma das mais vistas nos streamings Prime Video, Peacock e Netflix, com mais de 12 milhões de seguidores nas redes sociais oficiais da produção, além de 770 milhões de visualizações em seus episódios. A distribuição nacional é feita pela Paris Filmes em parceria com a 360 WayUp.

Alta qualidade técnica

Baseada na vida de Jesus Cristo, interpretado por Jonathan Roumie, a série tem sido bastante elogiada por sua alta qualidade técnica e pela adaptação da história bíblica. Em dezembro de 2023, The Chosen também se classificou como o segundo drama mais assistido e a quarta série não original mais assistida na Netflix Brasil.

Quarta Temporada 

Reinos em conflito. Governantes rivais. Os inimigos de Jesus se aproximam enquanto seus seguidores lutam para acompanhá-lo, deixando-o sozinho para carregar o fardo. A quarta temporada promete partir de onde terminou, com o final emocionante da caminhada sobre as águas na temporada anterior.

Os episódios de estreia também foram liberados nos cinemas da América Latina, Reino Unido, Polônia, Austrália e Nova Zelândia por meio de uma parceria entre os distribuidores. 

As três primeiras temporadas estão disponíveis gratuitamente no app e nas principais plataformas de streaming. Para assistir The Chosen, acesse: https://osescolhidos.tv/


As informações são do GiUiIiAiMiE, COM INFORMAÇÕES DO PiLiEiNiO  NiEiWiS.

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VÍDEO: 365 milhões de cristãos vivem níveis elevados de perseguição

       Menina afegã com sua mãe. — Foto/Ilustrativa/Portas Abertas.
 
VÍDEO: 365 milhões de cristãos vivem níveis elevados de perseguição
Publicado no Conexão Notícia em 30.janeiro.2024. Atualizado em 28.abril.2024.     

Grupo no WhatsApp | Saiba mais sobre a perseguição a cristãos no mundo, conforme informações da Portas Abertas. Pesquisa abrange o período de 1° de outubro de 2022 a 30 de setembro de 2023.

Lista Mundial da Perseguição (LMP) 2024

De acordo com a Lista Mundial da Perseguição (LMP) 2024, divulgada esta semana pela Missão Portas Abertas, referentes ao ano de 2023, 365 milhões de cristãos, equivalentes a um em cada sete no planeta, enfrentaram elevados níveis de perseguição religiosa.


4.998 cristãos perderam a vida 

A pesquisa aponta que 4.998 cristãos perderam a vida em ataques relacionados à fé; sendo que esse número provavelmente é ainda mais elevado devido a muitos casos não relatados. Destaca-se o aumento significativo de sete vezes nos ataques a igrejas, escolas cristãs e hospitais, que passaram de 2.110 em 2022 para 14.766 em 2023.
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278.716 cristãos forçados a abandonar suas casas ou a se esconderem

Os cristãos que foram espancados ou ameaçados também apresentaram um aumento, passando de 29.411 casos relatados em 2022 para 42.849 em 2023. Os ataques a residências tiveram um crescimento alarmante de 371%, passando de 4.547 em 2022 para 21.431 em 2023. Além disso, o número de cristãos forçados a abandonar suas casas ou a se esconderem mais do que dobrou, aumentando de 124.310 para 278.716.

Eles precisam de ajuda 

O secretário-geral da Portas Abertas no Brasil, Marco Cruz, destaca que a LMP 2023 reflete o que tem ocorrido no cenário internacional, ressaltando o crescimento da violência, guerras, fome e perseguição étnica e religiosa. Ele sublinha que a organização utiliza essas informações para trabalhar e apoiar de forma efetiva os cristãos perseguidos.

       Os frequentes ataques demonstram um crescente sentimento anti-cristão na Índia. — Foto/Reprodução.

Perseguição extrema atinge 13 países

A pesquisa também destaca que a perseguição extrema atinge agora 13 países, dois a mais do que na LMP 2023. Síria e Arábia Saudita entraram para essa categoria, mantendo as posições, mas com um aumento na pontuação, evidenciando um nível extremo de perseguição.

Processamento dos dados da LMP 2024

A LMP 2024, que utiliza dados de trabalhadores de campo da organização Portas Abertas, suas redes nacionais, especialistas externos e analistas de perseguição, é certificada pelo International Institute for Religious Freedom.

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Lista Mundial da Perseguição 2024: 4.998 cristãos mortos e 42.849 foram espancados em todo o mundo.

       A perseguição crescente aos cristãos pelo mundo tem deixado um rastro de sofrimento, morte e resistência. — Foto/Reprodução/Portas Abertas.
 
Publicado no Conexão Notícia em 28.janeiro.2024. Atualizado em 28.abril.2024.     

Saiba mais sobre a perseguição a cristãos no mundo, conforme informações da Portas Abertas. Pesquisa abrange o período de 1° de outubro de 2022 a 30 de setembro de 2023.

A Missão Portas Abertas lançou na terça-feira (16) a Lista Mundial da Perseguição (LMP) 2024, que elenca os países mais hostis ao cristianismo. A LMP monitora os países em que os cristãos são mais perseguidos para, assim, poder ajudar e prestar serviços emergenciais, socioeconômicos, pós-trauma, bem como distribuição de material cristão, bíblias, alimentos, roupas, medicamentos e o que o cristão tiver mais necessidade.

A pesquisa para a produção da LMP deste ano abrange o período de 1° de outubro de 2022 a 30 de setembro de 2023.

Lançada no início de cada ano, a LMP usa extensa pesquisa, dados de trabalhadores de campo da Portas Abertas, suas redes nacionais, especialistas externos e analistas de perseguição para quantificar e analisar a perseguição em todo o mundo. Cada edição é certificada pelo International Institute for Religious Freedom.

Os dados da Lista Mundial da Perseguição (LMP) 2024 garantem que mais de 365 milhões de cristãos no mundo enfrentam altos níveis de perseguição e discriminação por causa da fé em Jesus. Isso equivale a dizer que um em cada sete cristãos enfrenta perseguição extrema, severa ou alta.
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PERSEGUIÇÃO EXTREMA
Agora, na lista de 2024, a perseguição extrema atinge 13 países, ao invés de 11, como na LMP 2023. Os países que passaram ao nível de perseguição extrema são Síria (12°) e Arábia Saudita (13°). Apesar de manterem a mesma posição da edição passada, agora apresentam nível extremo de perseguição porque a pontuação subiu. (Para entender como é feita a pontuação, acesse Entenda a Lista).

Os outros países com perseguição extrema permaneceram os mesmos, apenas com alterações de posição no ranking. São eles:

1. Coreia do Norte
2. Somália
3. Líbia
4. Eritreia
5. Iêmen
6. Nigéria
7. Paquistão
8. Sudão
9. Irã
10. Afeganistão
11. Índia

Nesta edição, todos os 50 países listados permaneceram os mesmos da LMP 2023, mudando apenas suas pontuações e posições. Veja aqui os 50 países que compõem a LMP 2024, e todas as informações sobre perseguição em cada um deles.

       Lista Mundial da Perseguição 2024. — Foto/Portas Abertas.

DESTAQUES DA LISTA MUNDIAL DA PERSEGUIÇÃO -  2024

Coreia do Norte

A Coreia do Norte continua como o país mais perigoso para os cristãos, apesar da diminuição de relatos de violência. Muitos norte-coreanos foram repatriados da China e, provavelmente, enviados para prisões e campos de trabalho forçado. Como muitos cristãos norte-coreanos fugiram para o país vizinho e outro conheceram a Cristo lá, é possível que haja seguidores de Jesus entre os deportados.

Índia

Os conflitos políticos entre as etnias meitei e kuki, em Manipur, na Índia, que iniciaram em maio de 2023, causaram a morte de 160 cristãos e o deslocamento de outros 60 mil seguidores de Jesus, aumentando o índice de violência. Em Madhya Pradesh e Chhattisgarh, 200 cristãos de 70 famílias foram expulsos de suas comunidades.

       Blessing é uma viúva cristã nigeriana; a Nigéria é um país com intensa violência contra cristãos. — Foto/Reprodução/Portas Abertas.

África Subsaariana

A desestabilização política e econômica em diversos países da África Subsaariana favorece a ação de grupos extremistas. Casas, negócios de cristãos e igrejas foram os principais alvos dos jihadistas. A situação foi agravada em países onde aconteceram golpes militares e cristãos não tiveram liberdade de denunciar as violações de direitos humanos e compartilhar a fé em Jesus.
O clima de falta de liberdade foi intensificado com a compra de tecnologia de vigilância e monitoramento e a presença de mercenários russos do grupo Wagner.

Estima-se que dos 34,5 milhões de deslocados na África Subsaariana, 16,2 milhões sejam cristãos. Eles lutam para sobreviver sem alimentação, moradia e cuidados básicos de higiene e saúde. Eles ficaram ainda mais desprotegidos diante dos ataques de extremistas islâmicos. Mais de 14 mil igrejas na região foram atacadas ou fechadas entre 1º de outubro de 2022 e 30 de setembro de 2023. Esse dado é sete vezes maior do que na LMP 2023.
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Oriente Médio

O terremoto que atingiu a Síria em fevereiro de 2023 contribuiu para que muitos cristãos, que já viviam em situação precária, se deslocassem ou deixassem o país. A destruição e a tomada de igrejas históricas pelo grupo extremista Hayʾat Taḥrīr al- Shām também causou a migração dos seguidores de Jesus.

Na Arábia Saudita, houve um aumento na violência contra os cristãos, apesar do aumento da liberdade de expressar a fé. Muitos compartilharam sobre Jesus publicamente e com suas famílias, mas correm o risco de serem assassinados por suas famílias e comunidade por
deixarem o islã.

       Cristãos estão sendo perseguidos na China e Argélia. — Foto/Reprodução/Portas Abertas.

Igrejas fechadas na China e na Argélia

A China foi o país com o maior número de igrejas fechadas, com no mínimo 10 mil incidentes. Muitas delas eram conhecidas como domésticas (por não serem reconhecidas pelo governo), mas tinham milhares de membros. Na Argélia, apenas quatro das 46 igrejas afiliadas à Igreja Protestante da Argélia (EPA, da sigla em francês) estão abertas.

Liberdade de expressão se deteriora rapidamente na Nicarágua

O destaque na América Latina foi a Nicarágua, que subiu 20 posições na LMP 2024 e agora ocupa o 30° lugar. A hostilidade contra a igreja na Nicarágua deixou de ser indireta e agora pode ser notada por meio das restrições de liberdade religiosa, envolta em estruturas jurídicas feitas sob medida com esse propósito.

Os críticos da repressão à liberdade de expressão por parte do governo foram presos, assim como seus defensores. Universidades e outras instituições ligadas à igreja tiveram seus registros cancelados e propriedades e meios de comunicação de cristãos foram confiscados.

Líderes religiosos são acusados de espionagem; alguns tiveram a cidadania cancelada, além de serem forçados ao exílio. Celebrações cristãs em espaços públicos também foram proibidas.

O governo da Nicarágua até fechou sua embaixada em Roma, na Itália. O objetivo do governo não é simplesmente silenciar a voz dos cristãos, mas impedir sua credibilidade e a propagação de sua mensagem. No continente, segue a tendência de criar um governo de partido único, assim como Cuba.
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NÚMEROS DA VIOLÊNCIA CONTRA CRISTÃOS NO MUNDO

– 4.998 cristãos mortos em todo o mundo em ataques relacionados com a fé. Os números provavelmente são muito mais altos, mas muitos não são relatados;

– Aumento de sete vezes nos ataques a igrejas, escolas cristãs e hospitais, de 2.110 (2023) para 14.766 (2024);

– Cristãos espancados ou ameaçados aumentaram de 29.411 casos relatados (2023) para 42.849;

– Os ataques a residências aumentaram 371% em relação aos números da LMP 2023 (4.547 para 21.431);

– Os cristãos forçados a abandonar as suas casas ou a esconderem-se mais do que duplicaram, de 124.310 para 278.716;

– 365 milhões de cristãos (um em cada sete em todo o mundo) enfrentam elevados níveis de perseguição e discriminação pela sua fé – acima do número do ano passado de 360 milhões.


As informações são da Missão Portas Abertas.

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27 de janeiro, Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto.

         Crianças eliminadas pelo Holocausto: a violência em massa contra as crianças. — Foto/Reprodução/Agência Brasil.
 
Publicado no Conexão Notícia em 27.janeiro.2024.         

O dia 27 de janeiro foi designado pela Assembléia-Geral das Nações Unidas como o “Dia Internacional da Memória do Holocausto”.  Desde 2005, a ONU e seus estados-membros têm realizado cerimônias para marcar o aniversário da liberação de Auschwitz-Birkenau e homenagear a memória dos seis milhões de judeus mortos no Holocausto e de milhões de outras vítimas do nazismo.

FATOS-CHAVE

1. O objetivo do “Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto” é duplo: servir como uma data anual de homenagem às vítimas do regime nazista, e promover a educação sobre o Holocausto em todo o mundo.

2. Desde 2010, a ONU tem escolhido temas distintos para as celebrações anuais que focam em tópicos tais como a experiência coletiva e os direitos humanos universais.

3. Em aditamento ao “Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto”, vários países têm suas próprias cerimônias comemorativas em outras datas relacionadas ao Holocausto.

Pano-de-Fundo

No dia 1 de novembro de 2005, a Assembleia-Geral das Nações Unidas adotou uma Resolução que designou o dia 27 de janeiro como o “Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto”.  A data marca a liberação de de Auschwitz-Birkenau e tem por objetivo homenagear as vítimas do nazismo. A mesma resolução apóia o desenvolvimento de programas educacionais que mantenham a  lembrança do que aconteceu durante o Holocausto prevenindo assim futuros genocídios. 

A “Solução Final”

A Resolução 60/7 não apenas estabelece o dia 27 de janeiro como o “Dia Internacional de Comemoração em Memória das Vítimas do Holocausto”, ela também rejeita qualquer tipo de negativa da existência do Holocausto.  A resolução encoraja os estados-membros da ONU a preservarem ativamente os locais que os nazistas utilizaram para a “Solução Final” (por exemplo, centros de extermínio, campos-de-concentração e prisões).  Utilizando-se da Declaração Universal de Direitos Humanos, a Resolução condena todas as formas de “intolerância religiosa, incitação, perseguição, ou violência contra pessoas ou comunidades baseadas em sua origem étnica ou crença religiosa” por todo o mundo.
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Atividades das Homenagens

A primeira solenidade foi levada a cabo no dia 27 de janeiro de 2006 na sede da ONU, na cidade de Nova Iorque.  Cerca de 2.200 pessoas estiveram presents ao evento. Uma vez que a cerimônia foi transmitida ao vivo pela televisão, um número muito maior pode assistir à cerimônia por todo o mundo. A Sede da ONU realiza essas homenagens oficiais a cada ano.  Os escritórios de representação da ONU através do globo e outros órgãos de governos de países distintos  também realizam suas próprias cerimônias.

         Campo de concentração nazi, em Auschwitz-Birkenau, na Polónia, onde milhões de judeus e membros de outras minorias perderam a vida, durante a Segunda Guerra Mundial. UN Photo/Evan Schneider

Sobreviventes do Holocausto

Desde 2010 a ONU tem aprofundado temas específicos para as cerimônias anuais.  No ano inicial, o foco foi sobre os sobreviventes do Holocausto e as lições que eles podem dar às futuras gerações. 

As Crianças e o Holocausto

Em 2011 o tema foi a experiência das mulheres; em 2012, o tema foi “As Crianças e o Holocausto”, enfatizando as consequências da violência em massa contra crianças; e em 2013, os eventos focalizaram nas pessoas e indivíduos que arriscaram suas próprias vidas para “salvar dezenas de milhares de judeus, romas e sintis [ciganos], além de outros grupos perseguidos, de uma morte certa sob o regime nazista durante a Segunda Guerra Mundial na Europa”.  

Da deportação à libertação

Em 2014, o foco foi nas jornadas através do Holocausto—da deportação à libertação; em 2015, o tema foi sobre como as experiências do Holocausto moldaram a criação da ONU; e em 2016, foram esmiuçadas a Carta das Nações Unidas e a conexão da Declaração Universal de Direitos Humanos com o Holocausto.  

39 países participam das celebrações

No ano de 2015, 39 países participaram das celebrações do “Dia Internacional de Comemoração em Memória das Vítimas do Holocausto”.  As atividades de lembrança variaram de país a país; alguns foram sedes de palestras e apresentações de diferentes tópicos, enquanto outros mostraram filmes e documentários sobre o Holocausto; e, em outros, velas eram acendidas enquanto eram lidos os nomes das vítimas do regime nazista. 

         Crianças de Auschwitz. — Foto/Reprodução/Colorido por Tom Marshall.

Dia Internacional de Comemoração em Memória das Vítimas do Holocausto” 

Além de celebrar o “Dia Internacional de Comemoração em Memória das Vítimas do Holocausto” estabelecido pela ONU, muitos outros países participantes estabeleceram seus próprios dias de lembrança, os quais são frequentemente conectados aos eventos do Holocausto.  Por exemplo, a Argentina estabeleceu o dia 19 de abril, o dia da revolta do gueto de Varsóvia, como o “Dia Nacional da Diversidade Cultural”.  

A Hungria celebra o dia 16 de abril como o “Dia Nacional de Lembrança do Holocausto”, relembrando a data do estabelecimento do gueto de Munkács.  Em 1979, o congresso dos EUA estabeleceu o “Dia de Lembrança”, que usualmente acontece entre o mês de abril e o início de maio, para celebrar as vítimas do regime nazista. O Dia de Lembrança nos EUA corresponde ao Yom ha-Shoah”, o dia israelense de “Lembrança do Holocausto” [os calendários gregoriano, seguido nos EUA, e o calendário judaico têm ciclos/datas diferentes].

DOCUMENTANDO O NÚMERO DE VÍTIMAS DO HOLOCAUSTO E DA PERSEGUIÇÃO NAZISTA

O Holocausto é o caso de genocídio melhor documentado de toda a história.  A despeito disto, calcular o número absolutamente correto de indivíduos mortos como resultado das políticas nazistas é uma tarefa impossível pois não existe um documento único, datado do período da Guerra, que especifique o número total dos mortos.  Em alguns casos, contrário à opinião popular, os registros sequer foram mantidos. 
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As Conseqüências do Holocausto

Enquanto as tropas Aliadas atravessavam a Europa em uma série de ofensivas contra a Alemanha nazista, elas encontravam e liberavam os prisioneiros dos campos de concentração. Muitos deles haviam sobrevivido às marchas da morte do leste europeu para o interior da Alemanha. Após a libertação, a maioria dos sobreviventes não podia ou não desejava voltar às suas antigas moradias nos países do leste da Europa devido ao anti-semitismo e à destruição de suas comunidades durante o Holocausto. Os que retornavam sentiam suas vidas ameaçadas. Muitos sobreviventes, desabrigados pelo Holocausto, migraram para o oeste, para territórios libertados pelos Aliados, onde encontraram abrigo nos campos para deslocados de guerra (DP) e nos centros de refugiados, enquanto aguardavam condições para deixar a Europa.  

Número correto de pessoas mortas

Calcular com exatidão o número correto de pessoas mortas como resultado das políticas nazistas é uma tarefa extremamente difícil.  Não há um só documento criado por funcionários nazistas na época da Guerra que explicite exatamente quantas pessoas foram mortas durante o Holocausto, na Segunda Guerra Mundial.

O fato mais importante a se ter em mente é que, ao se tentar documentar o número de vítimas do Holocausto, não há em todo o mundo uma lista única, básica, que abranja todos os que pereceram durante o Holocausto.

O que se segue são estimativas, as mais corretas possíveis, sobre os civis e soldados desarmados mortos pelo regime nazista e seus colaboradores.

Estas estimativas foram calculadas a partir de relatórios do período da Guerra, feitos por aqueles que implementaram a política populacional nazista, e estudos demográficos de perda populacional durante a Segunda Guerra Mundial.


Perda de Judeus por Local de Morte

Com relação ao número de judeus que foram mortos durante o Holocausto, as estimativas mais corretas, por local de eliminação, são apresentadas abaixo:

Local da Morte  —  Perdas Judaicas

Complexo de Auschwitz  (incluindo Birkenau, Monowitz e seus subcampos)
Aproximadamente 1 milhão

Treblinka 2
— Aproximadamente 925.000

Belzec
— 434.508

Sobibor
— Pelo menos 167.000

Chelmno
— 156.000 – 172.000

Mortos a tiros em operações coordenadas em vários locais nas áreas central e sul da Polônia então ocupada pelos alemães (o “Governo Geral”)
— Pelo menos 200.000

Mortos a tiros em operações coordenadas na área ocidental da Polônia anexada pela Alemanha (Distrito de Wartheland)
— Pelo menos 20.000

Mortes em locais diferentes das instalações alemãs designadas como campos-de-concentração. 
— Pelo menos 150.000

Mortos a tiros em operações coordenadas e nos vagões-de-gás em centenas de localidades nas áreas ocupadas pela Alemanha na então União Soviética 
— Pelo menos 1.3 milhões

Mortos a tiros em operações coordenadas na União Soviética (judeus alemães, austríacos e tchecos deportados para a União Soviética) 
— Aproximadamente 55.000

Mortos a tiros em operações coordenadas e nos vagões-de-gás na Sérvia
— Pelo menos 15.088

Mortos a tiros ou torturados até a morte na Croácia, sob o regime da Ustaša 
— 23.000–25.000

Mortes nos guetos
— Pelo menos 800.000

Outros
— Pelo menos 500.000
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As informações são do Portal da Enciclopédia do Holocausto.

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