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Aborto lidera causas de morte no mundo em 2025, com estimativa de 73 milhões de casos.

            Estimativas são divulgadas por organizações que compilam dados globais de saúde.  —  Foto: Reprodução/
Ilustrativa/Blond Fox/Unsplash.

Aborto lidera causas de morte no mundo em 2025, com estimativa de 73 milhões de casos.
Publicado no Conexão Notícia  em 05.janeiro.2026Atualizado em 06.janeiro.2026.

Canal no WhatsApp | Os dados são do site Worldometer, com base em informações da OMS.
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Em 2025, o aborto figurou como a principal causa de morte no mundo, superando todas as demais, segundo estimativas divulgadas por plataformas que reúnem dados globais de saúde. 

As informações são compiladas pelo site Worldometer, com base em levantamentos e projeções da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Estimativas divulgadas por organismos internacionais

De acordo com os dados apresentados, mais de 70 milhões de abortos teriam sido realizados globalmente ao longo do ano. 

A própria OMS afirma que “cerca de 73 milhões de abortos induzidos acontecem no mundo todo a cada ano”, número que coloca o procedimento à frente de outras causas de mortalidade.
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Worldometer e a consolidação dos dados

O Worldometer atualiza diariamente suas estatísticas a partir de fontes reconhecidas, incluindo a OMS. 

Para 2025, a plataforma aponta que o volume de abortos registrados ou estimados fez com que o procedimento se tornasse a principal causa de mortes em escala global no período analisado.

Cenário também se repete nos Estados Unidos

Nos Estados Unidos, o aborto também aparece como a principal causa de morte, conforme dados citados pelo Worldometer. 

O levantamento aponta que quase 30% das gestações no país são não intencionais e que cerca de 40% delas terminam em aborto.
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Veja também:

Números detalhados do contexto norte-americano

Segundo o relatório, entre 1.500 e 2.500 abortos ocorrem diariamente nos Estados Unidos. O Instituto Guttmacher registrou 930.160 abortos realizados em 2020, com uma taxa de 14,4 procedimentos para cada 1.000 mulheres, número frequentemente utilizado como base comparativa para projeções recentes.

Comparação com outras causas de morte

Ao comparar os abortos com outras causas de morte, como câncer, HIV/AIDS, acidentes de trânsito e suicídio, os dados indicam que o número de abortos supera amplamente todos esses fatores somados no mesmo período.

Câncer, doenças e outras estatísticas globais

Para efeito de comparação, estima-se que cerca de 10 milhões de pessoas morreram de câncer em 2025. 
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Outras causas incluem aproximadamente 6,2 milhões de mortes associadas ao tabagismo, 2 milhões por HIV/AIDS e milhões adicionais relacionadas a doenças diversas, malária e consumo de álcool.

Proporção em relação ao total de mortes

Considerando que aproximadamente 67,1 milhões de pessoas morreram por causas diversas do aborto e que o total de mortes globais chegou a cerca de 140 milhões, os abortos representariam aproximadamente 52% de todas as mortes registradas ou estimadas no mundo em 2025.

Base metodológica das estimativas

As estimativas da OMS se baseiam em modelos estatísticos construídos a partir de dados coletados entre 2015 e 2019, atualizados por meio de relatórios e folhas informativas revisadas até 2025. O cálculo inclui abortos realizados tanto de forma legal quanto ilegal.

Impacto entre mulheres em idade reprodutiva

Segundo a OMS, a estimativa de 73 milhões de abortos equivale a cerca de 39 procedimentos para cada 1.000 mulheres entre 15 e 49 anos em todo o mundo. O intervalo de incerteza varia entre 34 e 46 abortos para cada mil mulheres nessa faixa etária.
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Relação com gestações não planejadas

Esses números representam aproximadamente 61% das gestações não planejadas, estimadas em cerca de 121 milhões por ano globalmente. A maioria dessas gestações termina em aborto, conforme os dados apresentados.

Crescimento das estimativas e pílula abortiva

Projeções anteriores, que apontavam cerca de 56 milhões de abortos entre 2010 e 2014, foram revisadas para cima. 

Entre os fatores estão o crescimento populacional, a ampliação da coleta de dados e o aumento do uso da pílula abortiva, além da inclusão de estimativas mais precisas sobre abortos ilegais.

Debate ético e posicionamentos pró-vida

Veículos como o site LifeNews destacam que, embora bebês não nascidos não sejam legalmente reconhecidos como pessoas em muitos países, a biologia os define como organismos vivos desde a concepção. 
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“Cada um dos 73 milhões de abortos representa a interrupção de uma vida em desenvolvimento”, afirma a publicação, citando que cada embrião possui DNA único e, em muitos casos, já apresenta batimentos cardíacos no momento do aborto.

Histórico nos Estados Unidos e mobilização social

Desde a decisão Roe v. Wade, em 1973, estima-se que cerca de 66 milhões de abortos tenham ocorrido nos Estados Unidos. 

Em janeiro, grupos pró-vida devem se reunir em Washington, D.C., para a Marcha anual pela Vida, evento que marca o aniversário da decisão e defende a restauração de proteções legais aos bebês ainda não nascidos.ário da decisão e busca promover a restauração de proteções aos bebês ainda não nascidos.

            Site Worldometer traz estatísticas mundiais em tempo real.  —  Foto: Reprodução/Captura de tela/Worldometer.
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Fonte: Conexão Notícia com informações do LifeNews.i

Divulgação do CN - Conexão Notícia.
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