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Pesquisa: mulheres que abortam têm risco maior de problemas mentais.

   Especialistas ressaltam que mulheres que passam por aborto precisam receber maior atenção médica e acompanhamento psicológico.  —  Foto: Divulgação/Freepik.

Pesquisa: mulheres que abortam têm risco maior de problemas mentais.
Publicado no Conexão Notícia em 29.agosto.2025.

Canal no WhatsApp | Dados indicam necessidade de atenção médica e apoio emocional às mulheres.
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Um estudo publicado no Journal of Psychiatric Research revelou que mulheres que passam por aborto apresentam risco maior de internação por problemas de saúde mental em comparação às que seguem a gestação até o fim. A análise foi conduzida em hospitais de Quebec, no Canadá, entre 2006 e 2022, com base em registros hospitalares.

Levantamento de dados

Foram avaliados 28.721 abortos induzidos e 1,22 milhão de nascimentos, acompanhando a evolução da saúde mental das pacientes após a gestação. 

Os números mostraram que as taxas de hospitalização foram significativamente mais altas entre mulheres que realizaram aborto, incluindo casos de tentativas de suicídio e transtornos relacionados ao uso de substâncias.
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Impacto em jovens e pacientes vulneráveis

Os pesquisadores destacaram que o risco foi ainda maior em mulheres com menos de 25 anos e naquelas que já tinham histórico de doenças mentais. 

Embora os efeitos diminuam com o passar do tempo, o estudo concluiu que o aborto está associado a um aumento considerável nos problemas de saúde mental.

Declaração de especialista

David Reardon, diretor do Elliot Institute, comentou os resultados e afirmou que a pesquisa reforça a ligação entre aborto e crises psiquiátricas. 

Para ele, as evidências confirmam uma tendência já observada em outros trabalhos científicos. “Mesmo mulheres sem histórico prévio enfrentam riscos elevados”, declarou.
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Dados de estudos internacionais

Outro levantamento citado, publicado em 2023 pela revista BMC Psychiatry, analisou dados de diferentes países e apontou que 34,5% das mulheres que realizaram aborto desenvolveram depressão. O resultado reforça a importância de olhar para os impactos emocionais além dos aspectos físicos do procedimento.

Necessidade de apoio médico e emocional

Com base nessas pesquisas, especialistas ressaltam que mulheres que passam por aborto precisam receber maior atenção médica e acompanhamento psicológico. 

A recomendação é que estratégias de cuidado sejam reforçadas para prevenir complicações e oferecer suporte emocional em um momento de vulnerabilidade. 
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Conexão Notícia com informações do The Christian Post.i

Divulgação do CN - Conexão Notícia.
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