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Do 8 ao 80? 6 Erros que comprometem a saúde mental em janeiro.

            O início do ano deve ser encarado como um período de ajuste, e não de pressão extrema.  —  Foto: Reprodução/Freepik.

Do 8 ao 80? 6 Erros que comprometem a saúde mental em janeiro.
Publicado no Conexão Notícia  em 13.janeiro.2026.

Canal no WhatsApp | Especialistas alertam que mudanças bruscas no início do ano podem gerar frustração, cansaço e abandono de hábitos saudáveis.
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O início do ano costuma despertar um forte desejo de mudança. Muitas pessoas veem janeiro como um marco para transformar hábitos, rotinas e comportamentos. 

No entanto, a pressa em mudar tudo de uma vez pode trazer mais desgaste emocional do que benefícios reais, especialmente após um período de festas, excessos e alterações no ritmo de vida.

Limites do corpo e da mente

A tentativa de mudanças radicais ignora limites físicos e emocionais. O corpo precisa de tempo para se adaptar a novas rotinas, e a mente também exige equilíbrio. 

Quando essas necessidades são desconsideradas, surgem frustrações, sensação de incapacidade e desistência precoce dos objetivos traçados.
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1. Querer transformar todos os hábitos ao mesmo tempo

Um erro comum é tentar transformar todos os hábitos ao mesmo tempo, como alimentação, sono, exercícios e produtividade. 

Essa sobrecarga aumenta o estresse e dificulta a consolidação de qualquer mudança. O organismo responde melhor quando as adaptações são feitas de forma gradual e sustentável.

2. Ignorar o cansaço acumulado do fim do ano

Janeiro chega após semanas de sono irregular, alimentação desorganizada e tensão emocional. Ignorar esse cansaço acumulado compromete a recuperação física e mental. 

Sem descanso adequado, surgem sinais como irritabilidade, baixa energia e dificuldade de concentração, muitas vezes confundidos com falta de força de vontade.
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3. Apostar em restrições extremas

Dietas muito rígidas, treinos intensos e rotinas inflexíveis tendem a gerar efeito contrário ao desejado. A privação excessiva aumenta o estresse e pode levar à compulsão ou ao abandono dos planos. Além disso, esse padrão afeta o metabolismo, o humor e a relação com o próprio corpo.

4. Basear decisões na comparação com outras pessoas

As redes sociais reforçam a ideia de que todos estão organizados e motivados no início do ano. Essa comparação ignora realidades individuais e amplia a cobrança interna. 

Reproduzir rotinas alheias pode resultar em práticas incompatíveis com as próprias necessidades físicas e emocionais.

5. Confundir disciplina com rigidez

Cuidar da saúde exige constância, não perfeição. Confundir disciplina com rigidez transforma o autocuidado em uma obrigação punitiva. Quando não há espaço para ajustes, pequenos desvios geram culpa excessiva, afetando diretamente a saúde mental.
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6. Esperar resultados imediatos

Mudanças reais levam tempo. Esperar resultados rápidos aumenta a frustração e reduz a motivação para continuar. O corpo responde melhor a estímulos progressivos, especialmente após períodos de pausa ou desorganização da rotina.

Janeiro como ajuste, não cobrança

O início do ano deve ser encarado como um período de ajuste, e não de pressão extrema. Respeitar o próprio ritmo, priorizar a recuperação e adotar mudanças graduais são estratégias mais eficazes para preservar a saúde mental ao longo do ano.

Cuidado contínuo e possível

Promessas inalcançáveis tendem a falhar. O cuidado com a saúde começa com escolhas possíveis, feitas dia após dia. Pequenos passos, quando mantidos com equilíbrio, geram resultados mais consistentes e duradouros do que transformações radicais. 
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Fonte: Conexão Notícia com informações de Saúde em Dia.i

Divulgação do CN - Conexão Notícia.
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