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Evangelista é denunciado ao MPF por culto em universidade: “Continuaremos pregando”.

            Lucas Teodoro foi intimidado pelo MP para explicar os cultos na UFMG.  —  Foto: Reprodução/
Instagram/Lucas Teodoro.

Evangelista é denunciado ao MPF por culto em universidade: “Continuaremos pregando”.
Publicado no Conexão Notícia  em 17.março.2026.

Canal no WhatsApp | O líder do “Aviva Universitário”, Lucas Teodoro, foi intimado pelo Ministério Público Federal para prestar esclarecimentos sobre encontros com estudantes dentro da universidade.
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O evangelista Lucas Teodoro, líder da missão Aviva Universitário, foi intimado pelo Ministério Público Federal após uma denúncia relacionada à realização de encontros de oração com estudantes na Universidade Federal de Minas Gerais. A informação foi divulgada pelo próprio líder em um vídeo publicado nas redes sociais.

Reunião voluntária motivou denúncia

De acordo com o evangelista, a denúncia ocorreu após a realização de um culto organizado de forma espontânea por estudantes dentro da universidade pública. 

Ele destacou que os encontros promovidos pelo grupo acontecem de maneira voluntária e sem estrutura formal.
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Relato sobre a abordagem do MPF

Lucas Teodoro comentou o episódio e demonstrou surpresa com a situação. “Nós fomos denunciados e o MPF bateu aqui em casa simplesmente porque fizemos um culto voluntário dentro de uma universidade pública. 

Nos denunciaram justamente por causa disso aqui: vários jovens de joelhos dentro da universidade clamando por um avivamento e se arrependendo”, afirmou.

Acusação de organização criminosa

Segundo o evangelista, o denunciante chegou a classificar o grupo como uma organização criminosa. Ele reforçou que o encontro não teve caráter institucional e que não houve qualquer tipo de estrutura formal no evento realizado dentro do campus.
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Encontros sem estrutura formal

O líder explicou que a reunião ocorreu de maneira simples, apenas com estudantes reunidos para orar. “Era simplesmente uma reunião voluntária dentro da universidade e nem mesmo o som nós tínhamos lá, simplesmente estávamos reunidos adorando a Deus, orando e se arrependendo no ambiente acadêmico”, disse.

Críticas sobre tratamento desigual

Lucas também criticou o que considera um tratamento desigual em relação a manifestações dentro das universidades. 

Segundo ele, conteúdos ofensivos à fé cristã estariam presentes no ambiente acadêmico sem a mesma reação das autoridades.

Relato sobre manifestações na universidade

O evangelista mencionou situações que considera ofensivas. “Todo mundo sabe o que está acontecendo dentro das universidades federais, eles zombam da nossa fé e nos chamam de intolerantes. 
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Mas agora eu quero apresentar para vocês o que realmente é a intolerância. Quando a gente anda pela universidade e nós vemos tudo isso pichado nas paredes: ‘Satanás também é amor. Deus é um macho escroto'”, observou.

Críticas a conteúdos e manifestações públicas

Ele também citou um cartaz visto em evento estudantil. “Quando realizamos um culto voluntário na universidade somos chamados de organização criminosa. 

Agora rir e desejar a morte de alguém parece que já não é mais crime aqui no Brasil”, criticou, ao comentar imagens exibidas por ele nas redes sociais.

Defesa da liberdade religiosa

Apesar da investigação, o evangelista afirmou que continuará promovendo encontros religiosos entre estudantes. “Continuaremos falando de Jesus nas universidades porque Ele é a nossa esperança. Não confunda o Evangelho com o movimento político. 
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Nós não estamos falando de nenhum político, nós estamos falando do Autor da vida. Nós continuaremos pregando essa mensagem até que Ele venha”, declarou.

Resposta à denúncia e mensagem final

Lucas Teodoro afirmou que irá responder à denúncia pelos meios legais e reforçou que a participação nas reuniões é voluntária. 

“Para vocês que nos chamaram de organização criminosa, quero que saibam de uma coisa: Nós amamos vocês porque Cristo amou vocês. 

Vocês desejam o nosso mal, mas nós queremos ver vocês no Céu também. Aquela cruz foi por amor a cada um de vocês e esse amor não vai encontrar em lugar nenhum”, disse.

Caso semelhante em outra universidade

O episódio relembra um caso ocorrido na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em agosto de 2025, quando o grupo afirmou ter sido impedido de realizar um culto no campus. 

Na ocasião, a reitoria negou intolerância religiosa e informou que a decisão seguiu regras institucionais para uso dos espaços.
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Manifestação de parlamentar sobre o caso

A vereadora de Porto Alegre, Mariana Lescano, criticou a denúncia e questionou a situação. “Orar nas universidades, agora é crime?”, escreveu. 

Ela também mencionou o caso anterior e afirmou que denúncias por intolerância religiosa não tiveram avanço, criticando o que considera tratamento desigual em relação a diferentes tipos de manifestações.

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Fonte: Conexão Notícia com informações do Guiame.i

Divulgação do CN - Conexão Notícia.
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