Evangelista é denunciado ao MPF por culto em universidade: “Continuaremos pregando”.
Evangelista é denunciado ao MPF por culto em universidade: “Continuaremos pregando”.
Canal no WhatsApp | O líder do “Aviva Universitário”, Lucas Teodoro, foi intimado pelo Ministério Público Federal para prestar esclarecimentos sobre encontros com estudantes dentro da universidade.
--
--ad5
O evangelista Lucas Teodoro, líder da missão Aviva Universitário, foi intimado pelo Ministério Público Federal após uma denúncia relacionada à realização de encontros de oração com estudantes na Universidade Federal de Minas Gerais. A informação foi divulgada pelo próprio líder em um vídeo publicado nas redes sociais.
Reunião voluntária motivou denúncia
De acordo com o evangelista, a denúncia ocorreu após a realização de um culto organizado de forma espontânea por estudantes dentro da universidade pública.
Ele destacou que os encontros promovidos pelo grupo acontecem de maneira voluntária e sem estrutura formal.
-
-G
Relato sobre a abordagem do MPF
Lucas Teodoro comentou o episódio e demonstrou surpresa com a situação. “Nós fomos denunciados e o MPF bateu aqui em casa simplesmente porque fizemos um culto voluntário dentro de uma universidade pública.
Nos denunciaram justamente por causa disso aqui: vários jovens de joelhos dentro da universidade clamando por um avivamento e se arrependendo”, afirmou.
Acusação de organização criminosa
Segundo o evangelista, o denunciante chegou a classificar o grupo como uma organização criminosa. Ele reforçou que o encontro não teve caráter institucional e que não houve qualquer tipo de estrutura formal no evento realizado dentro do campus.
--
-ad3
Encontros sem estrutura formal
O líder explicou que a reunião ocorreu de maneira simples, apenas com estudantes reunidos para orar. “Era simplesmente uma reunião voluntária dentro da universidade e nem mesmo o som nós tínhamos lá, simplesmente estávamos reunidos adorando a Deus, orando e se arrependendo no ambiente acadêmico”, disse.
Críticas sobre tratamento desigual
Lucas também criticou o que considera um tratamento desigual em relação a manifestações dentro das universidades.
Segundo ele, conteúdos ofensivos à fé cristã estariam presentes no ambiente acadêmico sem a mesma reação das autoridades.
Relato sobre manifestações na universidade
O evangelista mencionou situações que considera ofensivas. “Todo mundo sabe o que está acontecendo dentro das universidades federais, eles zombam da nossa fé e nos chamam de intolerantes.
--
-ad4
Mas agora eu quero apresentar para vocês o que realmente é a intolerância. Quando a gente anda pela universidade e nós vemos tudo isso pichado nas paredes: ‘Satanás também é amor. Deus é um macho escroto'”, observou.
Críticas a conteúdos e manifestações públicas
Ele também citou um cartaz visto em evento estudantil. “Quando realizamos um culto voluntário na universidade somos chamados de organização criminosa.
Agora rir e desejar a morte de alguém parece que já não é mais crime aqui no Brasil”, criticou, ao comentar imagens exibidas por ele nas redes sociais.
Defesa da liberdade religiosa
Apesar da investigação, o evangelista afirmou que continuará promovendo encontros religiosos entre estudantes. “Continuaremos falando de Jesus nas universidades porque Ele é a nossa esperança. Não confunda o Evangelho com o movimento político.
--
-ad5
Nós não estamos falando de nenhum político, nós estamos falando do Autor da vida. Nós continuaremos pregando essa mensagem até que Ele venha”, declarou.
Resposta à denúncia e mensagem final
Lucas Teodoro afirmou que irá responder à denúncia pelos meios legais e reforçou que a participação nas reuniões é voluntária.
“Para vocês que nos chamaram de organização criminosa, quero que saibam de uma coisa: Nós amamos vocês porque Cristo amou vocês.
Vocês desejam o nosso mal, mas nós queremos ver vocês no Céu também. Aquela cruz foi por amor a cada um de vocês e esse amor não vai encontrar em lugar nenhum”, disse.
Caso semelhante em outra universidade
O episódio relembra um caso ocorrido na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em agosto de 2025, quando o grupo afirmou ter sido impedido de realizar um culto no campus.
Na ocasião, a reitoria negou intolerância religiosa e informou que a decisão seguiu regras institucionais para uso dos espaços.
--
-ad6
Manifestação de parlamentar sobre o caso
A vereadora de Porto Alegre, Mariana Lescano, criticou a denúncia e questionou a situação. “Orar nas universidades, agora é crime?”, escreveu.
Ela também mencionou o caso anterior e afirmou que denúncias por intolerância religiosa não tiveram avanço, criticando o que considera tratamento desigual em relação a diferentes tipos de manifestações.
Assista o vídeo:
--
-ad9
Fonte: Conexão Notícia com informações do Guiame.i
Divulgação do CN - Conexão Notícia.
O jornalismo do Conexão Notícia precisa de você para continuar marcando ponto na vida das pessoas. Compartilhe as nossas notícias em suas redes sociais!
Brasil | Mundo | Coronavírus | Solidariedade | Justiça | Economia | Governo | Brasília | Fé
Ministério da Saúde | Agentes de Saúde | Tecnologia | Gospel | Saúde | Dinheiro | STF



Faça o seu comentário aqui!