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COVID-19 | Vacina de Oxford é segura e induz resposta imunológica contra o vírus.

  Cientistas da Universidade de Oxford, no Reino Unido, anunciaram os resultados contra a Covid-19. —  Foto/Reprodução/ Pixabay.

COVID-19 | Vacina de Oxford é segura e induz resposta imunológica contra o vírus.
Publicado no CN em 21.jul.2020. 

Coronavírus | Na segunda-feira (20), cientistas da Universidade de Oxford, no Reino Unido, anunciaram os resultados duas primeiras fases de testes da imunização da candidata à vacina contra a COVID-19 que a universidade em questão está produzindo. Segundo esses resultados, a vacina é segura e induziu resposta imune no corpo dos voluntários. Enquanto isso, a terceira fase está acontecendo em vários países, inclusive no Brasil.

As fases 1 e 2 dos testes aconteceram ao mesmo tempo no Reino Unido, com 1.077 voluntários. De acordo com os resultados dessas fases, a vacina foi capaz de induzir a resposta imune tanto por anticorpos como por células T até 56 dias depois da administração da dose. Na ocasião, pesquisadores dividiram os participantes em dois grupos: 543 pessoas receberam a vacina experimental, e outras 534 receberam uma vacina de meningite.

Para chegar a essa informação, a resposta imune foi medida em laboratório. No entanto, por enquanto os especialistas ainda não têm conhecimento do quanto de resposta imune é necessária para combater a doença, e a vacinologista Sarah Gilbert, de Oxford, explicou que a eficácia da vacina ainda não foi testada em idosos.

A nova vacina de Oxford

Dentre as reações causadas pela vacina, os especialistas notaram braço machucado, inchaço ao redor da injeção, febre e dores musculares, mas não houve efeito adverso sério ligado à vacina. "Precisamos de uma amostra maior para determinar completamente a segurança", disse Andrew Pollard, professor de pediatria na Universidade de Oxford.

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“A nova vacina usa um vírus do resfriado comum (adenovírus) que infecta chimpanzés, que foi enfraquecido para não causar nenhuma doença em humanos e é geneticamente modificado para codificar a proteína spike (S) do Sars-CoV-2 (aquela que o coronavírus usa para invadir as células humanas). Isso significa que, quando o adenovírus entra nas células das pessoas vacinadas, ele também fornece o código genético da proteína S. Isso faz com que as células dessas pessoas produzam a proteína S, e ajuda a ensinar o sistema imunológico a reconhecer o vírus Sars-CoV-2", explicou o professor.

Soraia Smaili, reitora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), afirma que se tudo der certo, poderá ter o registro liberado em junho de 2021. Quanto aos voluntários, ao todo, 50 mil participam em todo o mundo. 10% deles se encontra no Brasil. Vale notar também que a Organização Mundial de Saúde (OMS) classificou a vacina de Oxford como a mais adiantada no mundo. Enquanto isso, várias outras instituições estão investindo no desenvolvimento de vacina e medicamentos contra a COVID-19. De acordo com a OMS, há 163 vacinas sendo testadas contra o coronavírus, sendo que 23 delas estão na fase clínica.

"Não precisamos esperar por uma vacina"

Paralelo a tudo isso, também nesta segunda (20), o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanon, alertou que o mundo não precisa esperar por uma vacina para conseguir conter a pandemia. "Não precisamos esperar por uma vacina, podemos salvar vidas agora. Nenhum país conseguirá controlar sua epidemia se não souber onde está o vírus. O rastreamento de contatos é essencial para localizar e isolar casos, além de identificar e colocar em quarentena os seus contatos", afirmou.

Na mesma coletiva, o diretor de emergências da OMS, Michael Ryan, parabenizou os cientistas de Oxford, mas alertou que ainda há um longo caminho pela frente. "Este é um resultado positivo, mas novamente há um longo caminho a percorrer. Estes são os estudos da fase um, agora precisamos avançar para testes em larga escala no mundo real, mas é bom ver mais dados e mais produtos entrando nessa fase muito importante da descoberta de vacinas".

Fonte: Washington Post via G1; G1 
Por Nathan Vieira  

    
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