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Antiviral pode ser eficaz no combate à infecção por coronavírus, indica estudo

 Os resultados, publicados na revista Nature, mostram que o medicamento é capaz interromper a proliferação do vírus dentro do corpo humano. —  Foto/Reprodução.

Antiviral pode ser eficaz no combate à infecção por coronavírus, indica estudo
Publicado no Conexão Notícia em 15.fev.2021.  

Mundo | Os resultados, que já foram publicados na revista Nature, mostram que o medicamento é capaz interromper a proliferação do vírus dentro do corpo humano e até prevenir a entrada dele em células humanas.

Um estudo da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, mostrou que uma droga experimental, a EIDD-2801, pode ser eficaz no combate à infecção pelo novo coronavírus e no tratamento da covid-19. Os resultados, publicados na revista Nature, indicam que o medicamento consegue interromper a proliferação do vírus dentro do corpo humano e até prevenir a entrada dele em células humanas.

Os testes, até o momento, foram realizados em animais dentro de laboratórios. Estudos de fase 3, que buscam atestar a segurança e eficácia da droga em seres humanos, ainda estão sendo organizados.

Segundo  J. Victor Garcia, um dos autores do estudo e diretor do Centro Internacional para Avanço da Ciência Translacional, os animais que começaram o tratamento 48 horas após a exposição ao vírus tiveram resultados animadores, com redução de 96% da carga viral. E os camundongos que receberam o medicamento 24 horas depois de infectados tiveram resultados ainda melhores.

Descobrimos que o EIDD-2801 teve um efeito notável na replicação viral após apenas 2 dias de tratamento –uma dramática redução de mais de 25.000 vezes no número de partículas virais no tecido pulmonar quando iniciado 24 horas após a exposição ao vírus, disse Garcia no anúncio dos resultados.

Além da eficácia no combate à infecção em animais, os pesquisadores também testaram a capacidade da droga em prevenir o desenvolvimento da covid-19. Para isso, um 3º grupo de roedores foi separado e medicado 12 horas antes da exposição ao coronavírus. Os animais continuaram a receber a droga a cada 12 horas após a infecção.


Os resultados, que já foram publicados na revista Nature, mostram que o medicamento é capaz interromper a proliferação do vírus dentro do corpo humano e até prevenir a entrada dele em células humanas.

Segundo os resultados, a carga viral diminuiu 100 mil vezes nos tecidos de pulmão humano presentes no camundongos. Isso indica que a droga também tem potencial para prevenir a manifestação da doença.

No geral, esses resultados indicam que o EIDD-2801 pode não apenas ser eficaz no tratamento e prevenção de covid-19, mas também pode ser altamente eficaz contra futuros surtos de coronavírus, explicou Ralph Baric, outro autor do estudo e professor de epidemiologia da Universidade da Carolina do Norte.

Para que esses benefícios sejam confirmados, é necessário que a droga passe pela fase 3 de um estudo clínico. O uso em humanos e a incorporação em possíveis tratamentos de saúde depende da aprovação de agências sanitárias reguladoras.

Até o momento, os testes foram realizados em animais dentro de laboratórios.  Os testes em humanos, relativos à fase 3 dos estudos, ainda não tiveram início e estão sendo organizados.

Descobrimos que o EIDD-2801 teve um efeito notável na replicação viral após apenas 2 dias de tratamento –uma dramática redução de mais de 25.000 vezes no número de partículas virais no tecido pulmonar quando iniciado 24 horas após a exposição ao vírus, disse J. Victor Garcia, um dos autores do estudo e diretor do Centro Internacional para Avanço da Ciência Translacional.

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Com informações da Equipe Focus e Poder 360

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