Infectologista reage contra intromissão de jornalistas em assuntos médicos e defende ivermectina - Conexão Notícia

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Infectologista reage contra intromissão de jornalistas em assuntos médicos e defende ivermectina

   Médica autista s.  —  Foto/Reprodução.

Infectologista reage contra intromissão de jornalistas em assuntos médicos e defende ivermectina
Publicado no Conexão Notícia em 26.abril.2021.  

Brasil Infectologista critica intromissão de jornalistas em assuntos médicos e defende ivermectina: 

Se um jornal te causa dúvida do que foi prescrito pelo médico, deixe-o, cancele o plano de saúde e vá consultar um jornalista ou um radialista.

A médica infectologista, Roberta Lacerda, criticou a intromissão de jornalistas em assuntos que competem à classe médica. De acordo com Roberta, não se deve questionar o medicamento prescrito por um profissional da Saúde, apenas pelo motivo de um jornalista ou radialista duvidar ou politizar a situação. Além disso, Lacerda reforçou seu apoio ao tratamento precoce com a ivermectina.


Se você tem medo de tomar medicamentos prescritos pelo seu médico porque o jornalista disse que não são bons, deixe o médico, cancele o plano de saúde e vá consultar um jornalista ou um radialista. Os jornalistas não aceitam convênios, estudam menos, mentem mais e são mais caros que os médicos. Além disso, quando os clientes morrem, eles não assinam o atestado de óbito nem são responsabilizados em caso de erro de prescrição. E se você quer exercer nos dias de hoje, o caminho mais fácil é fazer jornalismo, o vestibular é muito mais fácil, o curso é mais barato, não precisa fazer pós-graduação, trabalha à distância do paciente (e como já foi dito) não responde criminalmente quando engana, erra ou mata. Pelo jeito, a turma cansou de ser usada ao invés de ser valorizada, diz um texto reproduzido pela especialista.




Menina de 6 anos salva tripulantes de barco que virou no PR

   Tripulação salva pela menina chega à praia.  —  Foto/BPMOA.

Uma heróina de apenas 6 anos salvou tripulantes de um barco que virou no litoral do Paraná neste fim de semana.

Ela era a única que sabia nadar e agiu rápido. A menina alcançou um cooler e o estofamento do banco do barco e deu para que os outros tripulantes pudessem flutuar.

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