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Em Minas Gerais, ministro Pazuello cumpre agenda de combate à dengue, Zika e chikungunya

Cidade é a terceira do país a aderir à Wolbachia, tecnologia para reduzir a capacidade do mosquito Aedes aegypti em transmitir o vírus da dengue, Zika e chikungunya.  —  Foto/Reprodução/Erasmo Salomão/MS.

Em Minas Gerais, ministro Pazuello cumpre agenda de combate à dengue, Zika e chikungunya
Publicado no Conexão Notícia em 06.out.2020.  

Agentes de Saúde | Cidade é a terceira do país a aderir à Wolbachia, tecnologia para reduzir a capacidade do mosquito Aedes aegypti em transmitir o vírus da dengue, Zika e chikungunya.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, participou na segunda-feira (05) em Belo Horizonte (MG), do ato de soltura dos mosquitos Aedes aegypti com Wolbachia. A tecnologia, inovadora, é mais um investimento do governo federal para o combate da dengue, Zika e chikungunya. O secretário de Vigilância em Saúde da pasta, Arnaldo Correia de Medeiros, e demais autoridades locais também participam da agenda.

Financiada pelo Ministério da Saúde, em 2019 a pasta investiu R$ 22 milhões no Método Wolbachia. A implementação é uma realização conjunta com a prefeitura de Belo Horizonte. A expectativa é que nessa primeira etapa de liberações, a produção seja de 275 mil mosquitos por semana nas três áreas de Venda Nova - região metropolitana de BH: Copacabana, Jardim Leblon e Piratininga.

Wolbachia é o nome dado à bactéria responsável pelo controle e redução arboviroses - doenças transmitidas por mosquitos. De acordo com o World Mosquito Program (WMP), o método é seguro, autossustentável e não envolve modificação genética.

O Ministério da Saúde pretende expandir a metodologia em todas as regiões do país para avaliar o comportamento do Aedes aegypti e seu impacto no cenário epidemiológico. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) é responsável por gerenciar a metodologia. 

Em Niterói (RJ), por exemplo, o uso de mosquito Aedes aegypti infectado com a bactéria aponta de forma preliminar para a redução da transmissão do vírus chikungunya no município. A primeira conclusão apontou redução de 75% nos casos de chikungunya nos últimos dois anos. O número permaneceu o mesmo em novo monitoramento feito em junho, reforçando o resultado.

Etapas – Para viabilizar a chegada do Método Wolbachia na capital, a prefeitura de Belo Horizonte construiu uma biofábrica, instalada no bairro São Francisco. O espaço tem aproximadamente 250 metros quadrados e abriga a equipe da prefeitura e do WMP Brasil/Fiocruz responsável pela produção dos Aedes aegypti com Wolbachia. Além dos três centros em Venda Nova, uma equipe da Universidade Federal de Minas Gerais vai conduzir um estudo clínico randomizado controlado que cobrirá outras regiões em uma área com cerca de 400 mil pessoas.

Ampliação da Capacidade de Testagem - Ainda em Belo Horizonte, o ministro Eduardo Pazuello participou da entrega de equipamentos para a plataforma de testagem do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) de Minas Gerais, localizado na Fundação Ezequiel Dias. Com as novas máquinas, o laboratório ampliará sua capacidade de testagem de 400 para 2 mil exames por dia. O Ministério da Saúde entregou ao Lacen três equipamentos que contribuirá para ampliação da capacidade de testagens. São duas plataformas e um extrator com um investimento federal de aproximadamente R$ 2,45 milhões.

O estado de Minas Gerais, até o momento, já recebeu 672 mil testes RT-PCR para a Covid-19.

Luiza Barufi, da Agência Saúde
Atendimento à imprensa
(61) 3315-3580 / 3435

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