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CUBA: ONG relata que regime cubano prendeu 150 manifestantes

  A ditadura de Cuba mandou para a cadeia 150 manifestantes desde o início dos protestos. —  Foto: Reprodução.

CUBA: ONG relata que regime cubano prendeu 150 manifestantes
Publicado no Conexão Notícia em 15.julho.2021.  

Mundo | A ONG Human Rights Watch informou na quarta-feira, 14, que a ditadura de Cuba mandou para a cadeia 150 manifestantes desde o início dos protestos no país, iniciados no domingo 11. Uma pessoa morreu. Segundo a entidade, a maioria das detenções ocorreu em casa.

Segundo o Ministério do Interior, o único falecido é Diubis Laurencio Tejeda, de 36 anos, que participava da inssureição contra a ditadura no bairro pobre de Guinera, periferia de Havana. 

Desde que os movimentos contrários ao governo começaram, as ruas de Havana continuam tomadas por forte presença militar e agentes à paisana.

A maioria das prisões aconteceu na segunda-feira. Dentre os detidos estão a líder da organização Damas de Branco, Berta Soler, e seu marido, Angel Moya, que foram presos ao deixar a Sede Nacional do grupo, em Havana. Camila Acosta, jornalista cubana de 28 anos, que colabora com o veículo espanhol ABC, também foi presa na segunda-feira, quando levava o pai para fazer um exame. A youtuber Dina Stars, por sua vez, foi presa em sua casa pela polícia quando falava ao vivo com um programa de televisão espanhol, na segunda-feira.

De acordo com a ABC, há ao menos dois outros repórteres independentes sob custódia: Iris Mariño, da cidade de Camagüey, no centro do país, e Orelvis Cabrera, de Matanzas, a 90 km de Havana. Mais cedo, uma lista publicada no Twitter pelo Movimento San Isidro, um dos grupos de oposição que impulsionaram as manifestações, pelo menos 130 pessoas continuavam presas ou desaparecidas, incluindo José Daniel Ferrer e Manuel Cuesta Morua.

Na terça-feira, os Estados Unidos voltaram a pressionar para que Cuba acabe com as restrições à internet impostas após protestos e renovaram o pedido de libertação dos manifestantes detidos. Luis Almagro, secretário-geral da OEA, por sua vez, exigiu "que a ditadura de #Cuba liberte imediatamente todos os detidos e o aparecimento com vida dos desaparecidos na ilha".

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— Pedimos aos líderes cubanos que mostrem moderação e respeito pela voz do povo, abrindo todos os meios de comunicação, tanto digitais como não digitais — disse o porta-voz do Departamento de Estado, Ned Price, em entrevista a jornalistas. — Fechar o acesso à tecnologia, fechar os canais de informação, isso não faz nada para responder às necessidades e aspirações legítimas do povo cubano.


Cuba aparece na 171 de 180 posições no ranking de liberdade de imprensa do Repórteres sem Fronteira. Em seu relatório deste ano, a organização incluiu o presidente do país, Miguel Díaz-Canel, na lista de "predadores" de liberdade de imprensa: segundo o RSF, os jornalistas independentes são vigiados por agentes do governo que tentam restringir sua liberdade de expressão, são presos por curtos períodos de tempo e tem informações deletadas por seus telefones.

Dada a gravidade da situação, Raúl Castro, de 90 anos, teve que sair da aposentadoria e participou, ainda no domingo, de uma reunião do gabinete político do Comitê Central do PCC. Castro, de 90 anos, se aposentou e concedeu em abril o poder máximo como líder do Partido Comunista a Díaz-Canel, que é presidente de Cuba desde 2018.

Os 14 membros do Bureau Político — que representa o coração do poder cubano — "abordaram ainda a exemplar resposta do povo ao chamado do camarada Díaz-Canel para defender a Revolução nas ruas, o que permitiu derrotar as ações subversivas", disse o jornal ligado ao governo cubano Granma na terça-feira.

CN - Conexão Notícia com informações de Cristyan Costa e O GLOBO.

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