Morre a agente Comunitária de Saúde Edneusa dos Santos - Conexão Notícia

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Morre a agente Comunitária de Saúde Edneusa dos Santos

 Agente Comunitária de Saúde Edneusa dos Santos de Souza, aos 58 anos. —  Foto: Reprodução.

Morre a agente Comunitária de Saúde Edneusa dos Santos
Publicado no Conexão Notícia em 18.junho.2021. 

Agentes de Saúde | É com tristeza e pesar que recebemos a notícia do falecimento da servidora do Município de Barreiras (BA) a Agente Comunitária de Saúde Edneusa dos Santos de Souza, aos 58 anos, ocorrido na madrugada de quinta-feira (17), no Hospital do Oeste.

A Agente de Saúde dedicada que tinha na simplicidade seu maior carisma, atuou durante 13 anos na USF IX Antônio Lúcio de Peixoto, no bairro Vila Rica. 


Ao longo da sua trajetória pessoal e profissional, ela conviveu com os moradores levando auxílio e saúde preventiva sempre com muito carinho e amor à vida. Ficam enlutados seu esposo, quatro filhos, netos, demais familiares, amigos e moradores do bairro, que também sentirão sua partida.

Nesse momento de dor e tristeza nos unimos aos servidores da Secretaria de Saúde, de modo especial aos Agentes Comunitários de Saúde, para transmitir aos familiares de Edneusa dos Santos de Souza, nossa gratidão pela contribuição e dedicação ao serviço público, bem como os nossos mais sinceros sentimentos de solidariedade, pedindo a Deus que conforte os seus corações.


Prefeitura Municipal de Barreiras
CN - Conexão Notícia e JASB - Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil.

Senado aprova reestruturação da carreira de agentes comunitários e de endemias

 Senado Federal aprovou por unanimidade. —  Foto: Reprodução.

O Senado Federal aprovou por unanimidade um projeto que reestrutura as carreiras de agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias. Com a alteração, os profissionais terão incorporadas às suas atividades exames rápidos de glicemia e pressão arterial, aferição de temperatura, orientações sobre uso de medicamentos e realização de curativos.  Matéria completa, leia aqui!



Entidades tentam usar acabar com a luta pela Federalização fazendo manobras

 Os 8.942 Agentes Comunitários de Saúde invisíveis da capital de SP. —  Foto: Reprodução.

Aberração contratual
Para se ter ideia do absurdo que a categoria vem sofrendo, sem receber a devida atenção, só os Agentes Comunitários de Saúde da capital de São Paulo, ou seja, 8.942 agentes são contratados de forma absurdamente precária. Dentro da mesma cidade são várias OS's (Organizações Sociais) que privam a categoria de seus direitos, os tornando funcionários descartáveis. Em todo o Brasil, temos mais de 222 mil ACS/ACE sem a garantia de direitos fundamentais. Por que as entidades a nível nacional os estão ignorando?


PEC 22, PEC 14 e Federalização
Por que não defender as 3 propostas? Por que preferem ficar atacando uma as outras, apontando defeitos e falhas nas articulações, sem tomar uma atitude sensata, que é fazer jus ao milionário investimento financeiro que a categoria faz?

Mais de dois milhões de reais
Para se ter ideia da quantidade de dinheiro que somente uma das entidades a nível nacional pode movimentar, se atingir pelo menos 200 mil agentes filiados ela, terá a soma mensal em dinheiro de R$ 200.000,00 (duzentos mil reais) e anual de 2.400.000,00 (dois milhões e quatrocentos mil reais). Agora será que ficou claro porque tanta confusão entre as entidades a nível de Brasil?  Leia a matéria completa sobre esses valores, aqui!

Erros na elaboração da lei que gerou milhares de demissões
A categoria desconhece os motivos pelos quais as leis, que nasceram de Emenda Constitucionais, não são respeitadas pelos prefeitos. Mas, aqui nós revelamos os motivos e as manobras que certas lideranças maliciosas faz para encobrir os erros e fugir da responsabilidade. 
A Lei Federal 11.350/2006, que nasceu da EC 51, foi redigida com erros grosseiros, que mais favoreceu aos maus prefeitos, do que serviu de benéficos aos ACS/ACE. Como outras leis foram incorporadas a ela, a exemplo da Lei 12.994/2014 etc., os erros terminaram por ser ainda mais ampliados. É o caso da admissibilidade de duas formas de contratações, ou seja, o texto da lei admitiu a precarização da categoria com a contratação foram do ideia, que seria estabelecer os ACS/ACE como servidores públicos estatutários e não o modelo precário ou as duas formas, exatamente como está expresso na lei. Matéria completa, leia aqui!


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