Agentes de saúde realizam visita domiciliar para controlar o Aedes aegypti - Conexão Notícia

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Agentes de saúde realizam visita domiciliar para controlar o Aedes aegypti

A  agente comunitária de saúde e agentes de combate às endemias trabalhando lado a lado. —  Foto: Reprodução.

Agentes de saúde realizam visita domiciliar para controlar o Aedes aegypti
Publicado no Conexão Notícia em 27.junho.2021. 

Agentes de Saúde | A Prefeitura de Manaus realizou, um diagnóstico sobre o índice atual de infestação do mosquito Aedes aegypti nos 63 bairros da cidade, com vistoria em 25.711 imóveis selecionados por amostragem.

Sob a coordenação da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), o diagnóstico é um instrumento que auxilia na obtenção de informações para elaboração das estratégias de controle do Aedes Aegypti, identificando as áreas da cidade de baixo, médio ou alto risco para a proliferação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.

Segundo a secretária municipal de Saúde, Shádia Fraxe, o diagnóstico é executado a partir de visitas domiciliares, com a identificação e coleta das formas imaturas (larvas) do mosquito, tratamento ou eliminação dos potenciais criadouros do Aedes.

Seguindo a determinação do prefeito David Almeida, o trabalho será executado por 275 profissionais da Semsa, entre agentes de controle de endemias, agentes comunitários de saúde, motoristas, supervisores e coordenadores de equipes. No final dessa ação, que deverá ser concluída no dia 28 de junho, será elaborado um Mapa de Vulnerabilidade apontando o nível de risco de infestação do mosquito em cada bairro de Manaus. Com essas informações, a Semsa poderá direcionar o trabalho de forma mais efetiva para o controle do mosquito e redução de casos de dengue, zika e chikungunya”, informa Shádia Fraxe.


A gerente de Vigilância Ambiental da Semsa, enfermeira Alinne Antolini, esclarece que, além das visitas domiciliares, os agentes de endemias irão promover atividades de Educação em Saúde, orientando a população sobre os sinais e sintomas das doenças transmitidas pelo Aedes, e as formas de prevenção para minimizar os riscos e como eliminar os focos propícios para a criação e reprodução do mosquito nos domicílios. 

“O controle vetorial do Aedes aegypti é uma ação que requer responsabilidade coletiva, não apenas do setor saúde e seus profissionais, já que a maioria dos criadouros é encontrada em ambiente doméstico, ou seja, nas residências. Por isso, a população em geral também deve atuar nas ações de eliminação dos criadouros e prevenção de doenças”, alerta Alinne Antolini.


A enfermeira ressalta que é importante que a população receba a equipe de saúde para a realização do diagnóstico, seguindo todos os protocolos e medidas de segurança orientados pelos agentes de endemias ou agentes comunitários de saúde na prevenção à Covid-19, para que seja possível realizar a inspeção e a procura de possíveis criadouros do Aedes aegypti.

Normalmente, o diagnóstico do índice de infestação é feito no início de cada ano em Manaus, mas, por causa da pandemia do novo coronavírus, foi necessário alterar a data para a realização da ação.


Com o atual cenário epidemiológico da Covid-19 em Manaus, assim como o avanço na campanha de vacinação contra a doença, a Semsa está retomando essa estratégia de controle do Aedes, mas mantendo os protocolos de segurança, tanto para a população, quanto para os profissionais de saúde”, afirma Alinne Antolini.

Entre janeiro e maio deste ano, o município de Manaus notificou 3.813 casos de doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti, o que representa um aumento de 215% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram notificados 1.210 casos. O mês de março deste ano foi o mês que registrou maior número de casos notificados (1.100), com maio apresentando uma redução, chegando a 802 notificações.

O chefe do Núcleo de Controle da Dengue da Semsa, Alciles Comape, destaca que a Prefeitura de Manaus vem reforçando as ações de controle do Aedes para manter a redução de casos das doenças a cada mês, executando atividades de Educação em Saúde, além de bloqueio químico, com a aplicação de inseticida para eliminação do mosquito, bloqueio mecânico com a eliminação dos criadouros a partir do trabalho dos agentes de endemias e agentes comunitários de saúde nas visitas domiciliares.

“A população também é orientada sobre a implantação da estratégia “10 Minutos contra o Aedes’”, em que cada morador pode realizar a vistoria semanal no domicílio, eliminando ou limpando recipientes que podem acumular água e propiciar a proliferação do mosquito, como tonéis, caixa d’água, calhas, ralos, piscinas, vasos de planta, lajes, pneus e garrafas. Com essa vistoria semanal de apenas 10 minutos, é possível quebrar o ciclo de reprodução do mosquito, que ocorre entre sete a dez dias, da larva até a forma adulta, o que vai reduzir o risco de transmissão das doenças pela picada do mosquito”, alerta Alciles.

A Prefeitura de Manaus realizou o diagnóstico no dia 14/06.
Foto – Divulgação/Semsa
Patrícia Trigueiro.

Demissões em Massa: Texto da PEC 14/2021 abre as portas para que prefeitos demitam agentes de saúde (ACS e ACE)

 Agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias sofrem com as demissões em massa, graças aos erros da Lei 11.350/06.   —  Foto: Reprodução.

O texto da PEC 14/2021 deixa de fora do quadro de servidores, todos os ACS/ACE que não se enquadram na forma de contratação estabelecida por ela. Isto significa dizer que qualquer prefeito poderá dispensar dos agentes amparados pela má-redação do texto da PEC 14, após se tornar lei, após a regulamentação da proposta nos municípios, caso os vereadores decidam regulamentar o texto em seus municípios. Já que as Leis Federais não são aplicadas automaticamente, sem nova votação em cada um dos 5.570 municípios.  Matéria completa, leia aqui!



Maranhão: Estado repassará incentivo PECAPS aos municípios, que pagará aos ACS/ACE

Agentes Comunitários de Saúde e de Combate às Endemias no Estado receberão remuneração extra. —  Foto: Reprodução.

Trata-se da Política Estadual de Cofinanciamento da Atenção Primária em Saúde do Estado do Maranhão (PECAPS).

“O Cofinanciamento é o que o Estado vai repassar para o município. Trata-se da parte financeira do Estado. Então esse repasse será, inicialmente, para os Agentes de Saúde e Agentes de Endemias, por isso fizemos essa reunião com estes profissionais, porque temos algumas metas para cumprir. Os agentes de Saúde, por exemplo, vão ter que fazer 80% das visitas domiciliares e 80% dos cadastros individuais das pessoas onde eles visitam”, disse a gestora municipal de Saúde. Matéria completa, leia aqui!



Agentes comunitários e de combate às endemias receberão recursos do Previne Brasil

 Além da equipe, agentes comunitários e de combate às endemias receberão 70% dos recursos destinados ao Previne Brasil, no caso descrito na matéria. —  Foto: Reprodução.

Temos recebido diversas mensagem sobre o direito da categoria ao Previne Brasil.  
Prefeitos e seus secretários estão negando o direito ao repasse feito pelo FNS - Fundo Nacional de Saúde, contudo, as lideranças não devem desistir de buscar garantir esse direito. Com a finalidade de ajudar aos colegas que tiveram o direito negado ou não sabem por onde começar a articulação, estamos disponibilizando essa matéria para que sirva de motivação e parâmetro de articulação, sabendo que vários municípios estão repassando aos Agentes Comunitários de Saúde os valores correspondente ao Previne Brasil. 



Agentes de Saúde: Os aspectos favoráveis da Lei Ruth Brilhante

 Os Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias e as novidades da Lei Ruth Brilhante. —  Foto: Reprodução.

Lei Ruth Brilhante - Veja alguns destaques da lei: Formação ensino, Área descobertas, Flexibilidade de moradia, Flexibilidade de horários no trabalho, Indenização com transporte e outros e Investidura no serviço público através de emprego público.   



Entidades tentam acabar com a luta pela Federalização fazendo manobras

 Entidades que se dizem representativas estão tratando os Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias como invisíveis. —  Foto: Reprodução.

Mesmo com quase 90% (noventa por cento) dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias reivindicando a Federalização, as entidades que se dizem representá-los os ignoram, em total ato de desrespeito e jogam a principal pauta dos agentes para debaixo do tapete. E se nada for feito agora, a janela das possibilidades políticas somente será aberta em 2026. Entenda o caso! Leia a matéria completa, aqui!

Conversa para boi dormir
Não é de hoje que a chamada "elite nacional" dos ACS/ACE conduzem suas ações a base de discursos contraditórios e sem fundamentação sólida. Representantes que não houve e nem atende os anseios das bases, preocupando-se apenas na promoção do CNPJ da entidade, visando fazer notório a suposta grandeza e superioridade de entidades, diante das demais. 
No discurso afirma-se que a categoria é forte, na prática criam agendas e desprezam a principal agenda da categoria, que é a Federalização. A única proposta que pode tirar os ACS/ACE das mãos dos maus gestores e de seus abusos, negando os direitos fundamentais.

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