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ONU: Programa Alimentar Mundial (PAM) vai treinar agentes comunitários de saúde

O Programa Alimentar Mundial (PAM) vai treinar agentes comunitários de saúde —  Foto/Reprodução.

Programa Alimentar Mundial (PAM) vai treinar agentes comunitários de saúde
Publicado no Conexão Notícia em 25.dez.2020.  

Agentes de Saúde  O Programa Alimentar Mundial (PAM) vai treinar agentes comunitários de saúde angolanos em matéria de desnutrição, para o rastreio de cerca de 1,1 milhão de crianças em 2021, anunciou ontem a Organização das Nações Unidas (ONU).

De acordo com um comunicado, o PAM e o Governo de Angola lançaram um projeto nutricional para apoiar  as autoridades da província de Luanda, no tratamento e prevenção da desnutrição aguda em crianças. O projeto vai apoiar comunidades vulneráveis afetadas adversamente pelas consequências sociais e económicas da pandemia Covid-19.

Além da formação dos agentes, o PAM vai fornecer suplementos alimentares nutritivos, que serão distribuídos pelas autoridades provinciais a cerca de 37.000 crianças menores de 5 anos. O projeto, que faz parte da resposta nacional à Covid-19, é financiado através do Acordo de Prestação de Assistência Técnica, assinado entre o PAM e o Governo de Angola, com o apoio ainda do Banco Mundial. 


O acordo também cobre as áreas de alimentação escolar e avaliação e mapeamento de vulnerabilidade para apoiar avaliações abrangentes e confiáveis de segurança alimentar e nutrição no país. A chefe do departamento de Saúde Pública do Gabinete Provincial da Saúde de Luanda, Catarina Oatanha, citada no comunicado, referiu que o projeto vem ajudar "a fortalecer as capacidades nacionais para uma resposta rápida e adequada à desnutrição aguda e a garantir que as crianças em comunidades vulneráveis possam aprender e crescer”.

Por sua vez, a chefe do escritório do PAM em Angola, Michele Mussoni, igualmente citada na nota, sublinhou que a desnutrição aguda afeta todos os grupos da população, mas especialmente as crianças pequenas, dado que a nutrição adequada é crítica para o seu crescimento e desenvolvimento.

A pandemia interrompeu gravemente os meios de subsistência das populações vulneráveis em áreas urbanas, onde o trabalho informal é a principal fonte de renda para muitos, e esperamos que este projeto ajude a melhorar a sua segurança alimentar e nutricional, aumentando a sua resiliência, referiu.
Jornal de Angola


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